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“Rosi Varella: Beleza, Empoderamento e Representatividade — A Influenciadora que Está Transformando o Cenário Digital”

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Prepare-se para conhecer uma mulher inspiradora que está conquistando o mundo digital com sua autenticidade e carisma! Na entrevista a seguir, tive o privilégio de conversar com Rosi Varella, uma influenciadora digital que vem quebrando barreiras e conquistando espaço em temas importantes como beleza, empoderamento feminino, moda plus size e o cuidado com cabelos crespos.

Rosi mora em Campo Grande, o maior bairro do Brasil, e vem ganhando destaque por seu trabalho em parceria com grandes marcas, como Lojas Americanas, Salon Line, Oi, Embelleze e Multiplan (ParkShopping), entre outras. Além de sua atuação nas redes sociais, Rosi é funcionária concursada de uma empresa pública federal, mostrando que é possível conciliar uma carreira sólida com a paixão pela criação de conteúdo. Casada e mãe de dois filhos, Rosi representa a força e a diversidade da mulher brasileira, sempre valorizando suas raízes e promovendo a autoestima.

Nesta conversa exclusiva, vamos descobrir um pouco mais sobre sua trajetória, sua visão sobre o mercado de influenciadores, suas dicas de moda e beleza, e como ela utiliza suas plataformas para inspirar tantas pessoas. Acompanhe a entrevista e conheça um pouco mais sobre Rosi Varella, uma mulher que é pura inspiração!

1-Como você começou sua carreira como influenciadora em Campo Grande, RJ, e como sua identidade como mulher plus-size, negra e crespa influenciou essa trajetória?

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Eu comecei em 2019 quando criei um perfil no Instagram com o objetivo de me inspirar em mulheres que estavam em transição capilar. Lembro que na época eu quase não postava conteúdos, e quando postava, eu apenas mostrava o cabelo.

Até que com o passar do tempo, comecei a sentir falta de mulheres como eu, dispostas a mostrar o corpo maior, o cabelo crespo, a negritude além de expor todas as questões que gira em torno da autoestima feminina.

2-Você possui alguma formação profissional? Se sim, como isso impacta e complementa seu trabalho como influenciadora?

Sou formada em Ciências Contábeis desde 2002. Possuo certificação ISO 31000 ( Risk Management Professional), o que me habilita a avaliar, identificar e gerenciar riscos. Sou funcionária concursada de uma empresa pública federal, e ao todo tenho 24 anos de experiência nas áreas de contabilidade, finanças e auditoria.

Apesar de toda essa experiência (na minha área de formação) estou ainda recente na área de influência digital, onde é bem diferente do meu dia a dia profissional, mas sou esforçada. Busco estudar sempre que posso sobre o mundo do marketing digital e influência para poder agregar valor na criação de conteúdo.

3-Você é casada e tem filhos? Como você equilibra sua vida pessoal com a carreira de influenciadora?

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Sim, sou casada por 21 anos. Tenho 2 filhos lindos e 4 gatos lindos também (risos).

Realmente não é fácil equilibrar as múltiplas funções que eu tenho, mas quando estou em família procuro dar qualidade no nosso momento. Bem certo que muitas vezes eu preciso me policiar para não deixar que esse tempo de qualidade seja comprometido por compromissos do perfil.

É muito difícil dar uma pausa na atividade de criador de conteúdo pois TUDO pode ser um conteúdo em potencial. É assim que funciona na nossa cabeça.

4-Você recebe apoio da sua família na sua carreira? Como esse suporte tem sido importante para você?

Já houve crítica dos meus filhos pela ausência pois teve uma fase que eu tinha muito compromisso presencial. Apoio sempre tive sim, mas por conta das reclamações dos meninos precisei adequar esses compromissos.

Fui avaliar as críticas e realmente era muito tempo fora sem um retorno interessante, sabe? Não compensava alguns trabalhos. Então comecei a ser mais criteriosa para aceitar propostas além de direcionar melhor sobre a mensagem que eu realmente queria passar nos trabalhos.

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5-Você trabalha exclusivamente como influenciadora ou ainda mantém outra profissão? Como você equilibra essas duas carreiras, se for o caso?

Não, como falei tenho uma profissão e nem pretendo viver exclusivamente da criação de conteúdo.

Respeito muito quem toma a decisão de viver só do Digital, mas é algo que não é para mim. Sou da GeraçãoY, ou Millennials, carreirista, o trabalho ´para mim é um meio de atingir objetivos, no entanto é claro que posso também percorrer um caminho paralelo e prazeroso de um hobby ou uma outra atividade sem comprometer a minha renda principal.

6-Em qual nicho você atua como influenciadora e por que escolheu esse segmento?

Atuo no nicho de beleza e para mim é um nicho muito difícil devido ao excesso de vaidades, mas é um desafio gostoso.

Na verdade, o nicho me escolheu né? A intenção era falar de cabelo…, mas aos poucos fui mostrando outros hábitos que curto muito como cuidar da pele, me vestir bem, me maquiar…enfim, fui só me envolvendo cada vez mais nesse nicho.

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7-Como você utiliza sua plataforma para desafiar padrões de beleza e promover a aceitação e autoestima de mulheres negras, plus-size e com cabelos crespos?

Tento abordar alguns assuntos sem levantar bandeiras, e na verdade não sei se esse posicionamento faço certo ou errado pois nas redes isso abordar tais assuntos é um prato cheio para viralizar.

O meu objetivo sempre é abordar a negritude, o corpo gordo, o cabelo crespo com todo o respeito, empatia e delicadeza necessária pois a sociedade já faz o papel dela de exclusão de pessoas como eu. Não será eu a pessoa para colocar mais lenha na fogueira.

Quero que mulheres como eu sinta prazer de cuidar do seu cabelo, cuidar da sua pele e do seu corpo, se vestir bem…praticar o autocuidado que toda mulher merece.

8-Quais são os principais desafios que você enfrenta ao criar conteúdo voltado para o público local, especialmente considerando as questões de representatividade?

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O desafio já é não ser uma pessoa PADRÃO. Quando falo PADRÃO é em todos os sentidos. Sem criticar alguns influenciadores, mas o que se espera de um perfil que aborda beleza é a futilidade do cotidiano. 

Levar representatividade para o público, qualquer que seja ele, o público precisa desejar isso e nem sempre é uma pauta acolhida. Fato.

9-Você pode compartilhar algum exemplo de parceria com empresas locais que trouxe resultados positivos tanto para você quanto para a marca?

Levando para o lado de representatividade, eu fiz uma parceria em um salão de beleza no principal shopping do bairro, foi logo na inauguração.

Isso para uma mulher negra, gorda e de cabelo crespo é uma vitória.

Acredito que devo ter encorajado muitas mulheres negras a frequentarem o salão.

10-Como você se mantém atualizada com as tendências e mudanças no mundo digital, especialmente no que diz respeito a representatividade e inclusão?

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Sempre estou estudando alguma coisa. Parece loucura, mas é real.

A representatividade e inclusão acaba não sendo o principal, mas dentro das minhas análises criticas dos assuntos pesquisados eu busco identificar a necessidade de aprofundar ou não sobre essas questões.

Um exemplo disso é quando o assunto é moda: Como essa nova tendência se encaixa ao corpo maior? É viável? Eu vou me sentir bem com esse estilo? Minhas seguidoras estão dispostas a essa tendencia? A marca atende ao tamanho plus? Faço uma pesquisa de como essa tendencia está sendo aceita nos diversos canais de referência.

11-Na sua opinião, qual é o papel do micro-influenciadorno fortalecimento do comércio local e na promoção da diversidade?

Venho estudando muito sobre Creator Economy que é o impacto dos influenciadores digitais no impulsionamento não só das vendas de um modo geral mas se tornando um agente em uma cadeia produtiva.

Acredito que a partir do momento em que os micro influenciadores tomam posse desse papel de agente em uma cadeia produtiva ativa, eles alcançam lugares que antes lhes era impossível. E eu digo de uma forma macro que transcende a diversidade, mas de oportunidades.

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Os influenciadores que vêm trabalhando sério, respeitando o seu público, as marcas, o ecossistema digital e o compliance pertinente a sua atuação tem grandes chances de sucesso nesse Creator Economy.

12-Qual conselho você daria para empresas que estão pensando em fechar parcerias com micro-influenciadores, especialmente no que diz respeito à inclusão e diversidade?

Antes de tudo o conselho que dou a qualquer empresa é conhecer o seu produto e o seu lugar no mercado o qual atua. Isso é de extrema importância inclusive para a equipe que trabalha no marketing. Conhecer a empresa, seus objetivos estratégicos, suas finanças e só assim estabelecer um buget para a ação de marketing.

A venda é consequência de ações anteriores, é necessário “preparar o terreno”, fazer com que o produto seja aceito de uma forma orgânica, precisa ter qualidade, precisa ser útil, precisa ser desejado, além de outras características que um produto precisa ter.

Vejo muita empresa perdida nesse meio e arriscando a sua reputação, a imagem da sua marca a qualquer aventureiro. E aí quando não dá certo culpa o influenciador, generalizando toda a classe, esquecendo que o direcionamento de campanha quem dá é a empresa.Selecionar mal é um risco do negócio, mas reduzir a exposição a esse risco é uma alternativa mais inteligente. E como? Selecionando Influenciadores que se identificam com as diretrizes da marca e coordenar as ações dentro de um planejamento com objetivo alcançável.

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Gerar inclusão e representatividade precisa estar no Planejamento Estratégico da empresa, ou seja, uma ação Top-Down, caso contrário não vai ocorrer, isso é fato! Não adianta aproveitar datas específicas para uma campanha de marketing se a marca não tem esse anseio, pois acaba resultando em um efeito contrário na opinião pública.

13-Como você mede o sucesso das suas parcerias e quais indicadores de performance você considera mais importantes?

Eu reconheço que o micro influenciador tem um papel inicial de inserção de uma ideia: use X, X é bom, estou usando X e estou gostando… E isso precisa ser real.

Dito isso, eu não posso avaliar como micro influenciadora o tempo de permanência de uma parceria pois é algo que precisa ser renovado e eu tenho plena consciência disso. Para X ser bom, vários influenciadores precisam ter o mesmo discurso e não apenas 1.

Nesse ciclo, quando uma marca retorna, depois de um tempo, aí sim eu sei que foi uma parceria de sucesso. Isso faz toda a diferença pois sinaliza que ao longo de um período a marca viu relevância na forma que eu apresentei o seu produto. 

14-Qual a importância de entender o perfil do público-alvo do cliente para entregar campanhas mais eficazes, especialmente no contexto de inclusão?

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É de extrema importância! Não se caminha sem saber para onde vai. Né?

E quando eu mencionei que a empresa precisa se conhecer é exatamente isso, ter dados do seu produto e do seu público-alvo. Um estudo de campo é essencial para ter um diagnóstico de por exemplo saber até a capacidade financeira do possível cliente, o quanto ele pretende pagar por aquele produto ou serviço, entende?

A campanha de marketing precisa estar aderente a esse contexto de mercado para que seja assertiva na comunicação com o público desejado.

15-Como você equilibra o foco no seu crescimento pessoal com o retorno que você entrega para os seus parceiros comerciais?

Faço terapia (risos)

Sério! Precisamos estar em constante cuidado da mente pois as necessidades mudam o tempo todo e para estar em conexão com esse meio disruptivo a cabeça precisa estar bem.

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Quando eu não estou bem, eu não consigo produzir, vem o bloqueio criativo, não soa natural, e isso impacta diretamente na qualidade e na quantidade dos conteúdos.

16-Quais são os seus planos futuros como influenciadora e como você pretende continuar impactando o mercado local e promovendo a inclusão?

Todo ano eu digo que é o último ano do meu perfil, mas fico me perguntando se ainda falta alguma coisa, sabe?

Quero fazer a diferença para o bem, para uma comunicação real, empática e inclusiva, então quando tenho o feedback dos seguidores me faz continuar nesse mundo louco das redes sociais.

Rosi Varella é o exemplo perfeito de que ser influenciador vai muito além de números de seguidores. Seu valor está em sua autenticidade, na conexão que estabelece com seu público e no impacto positivo que suas mensagens de representatividade e autoestima geram. Não importa o tamanho da sua audiência, mas sim o poder de suas palavras e ações para transformar vidas. Rosi segue provando que, no mundo digital, a verdadeira influência vem de quem inspira mudanças reais.

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Quem Não Aparece, Não Vende – O Novo Jogo da Atenção Digital

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Quem Não Aparece, Não Vende – O Novo Jogo da Atenção Digital
Quem Não Aparece, Não Vende – O Novo Jogo da Atenção Digital


O Novo Cenário do Mercado

Imagine um mundo onde o seu talento, a sua experiência e a sua competência são invisíveis. Um mundo onde não importa o quanto você é bom, se ninguém sabe que você existe. Esse mundo é o que vivemos hoje. Bem-vindo à era da atenção digital.

A economia atual é regida por um novo ativo: visibilidade. Não basta ser bom, é preciso parecer bom. Não basta ter resultado, é preciso mostrar. E quem não entende isso, inevitavelmente, perde espaço, oportunidades, faturamento e relevância.

Se você é um profissional liberal, um empreendedor, um especialista, um artista ou qualquer pessoa que precise atrair clientes, seguidores, alunos ou parceiros, entenda uma coisa: quem não aparece, não vende.

Neste artigo, vamos mergulhar fundo no conceito da autoridade digital, no novo comportamento do consumidor, nos erros mais comuns de quem não consegue se destacar online e, principalmente, nas estratégias concretas para virar esse jogo. Prepare-se para um choque de realidade — e um plano de ação.

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A Nova Economia da Atenção

Nos últimos anos, o comportamento das pessoas mudou drasticamente. A forma como elas se informam, tomam decisões e escolhem quem seguir, contratar ou comprar, passou por uma verdadeira revolução.

Hoje, você compete pela atenção do seu público com:

  • Influenciadores digitais
  • Grandes empresas com equipes de marketing
  • Seus concorrentes diretos (que talvez tenham menos competência, mas mais presença)
  • Reels engraçados, memes, lives, notícias, jogos, entretenimento

E aqui vai o primeiro ponto: se você não aparece com constância e estratégia, você é esquecido.

A média de tempo de atenção nas redes sociais é de segundos. Se você não está presente ali, entregando valor e se posicionando com clareza, você não existe para o mercado.


O Ciclo da Invisibilidade

Vamos falar sobre um ciclo silencioso que aprisiona milhares de profissionais hoje:

  1. Você é bom no que faz.
  2. Mas você não aparece.
  3. Por isso, você não atrai clientes.
  4. Sem clientes, você se frustra.
  5. Frustrado, você se desmotiva.
  6. Desmotivado, você aparece menos ainda.
  7. E o ciclo continua…

Esse é o ciclo da invisibilidade. E o primeiro passo para quebrá-lo é entender que visibilidade não é vaidade. É estratégia de sobrevivência e crescimento.


O Novo Processo de Compra e Confiança

Antigamente, o processo de compra era linear. Alguém ouvia falar de você, te procurava, você apresentava sua proposta e pronto.

Hoje, é assim:

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  1. A pessoa ouve falar de você por uma indicação ou post.
  2. Ela te procura no Instagram, Google, YouTube, LinkedIn.
  3. Analisa sua presença digital.
  4. Vê se você transmite autoridade.
  5. Compara com outros.
  6. Toma a decisão.

Se nesse percurso ela não encontrar sinais claros de autoridade, ela desiste.

Confiança é formada por presença e repetição.

E aqui vai uma verdade incômoda: o concorrente que aparece com mais frequência é lembrado antes, mesmo que você tenha mais competência.


Autoridade Digital é Percepção

Você pode ter 10 anos de experiência, diplomas, resultados comprovados… mas se a sua presença digital é fraca, a percepção de valor sobre você será baixa.

As pessoas julgam pela embalagem. Isso não é futilidade, é comportamento humano.

E hoje, a embalagem é:

  • Seu feed do Instagram
  • Seus vídeos no YouTube
  • Seus posts no LinkedIn
  • Seus stories
  • As falas suas em podcast
  • As fotos suas em eventos

Se você não tem nada disso… sua autoridade está limitada à sua bolha pessoal.


As Barreiras Emocionais de Quem Não Aparece

A maioria das pessoas não deixa de aparecer por falta de tempo ou de câmera boa. Elas deixam de aparecer por medo.

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  • Medo de julgamento
  • Medo de parecer fútil
  • Medo de errar ao falar
  • Medo de parecer iniciante

Esses medos geram:

  • Procrastinação
  • Perfeccionismo
  • Paralisação

E enquanto você trava, outro profissional com menos conhecimento está crescendo, porque decidiu se posicionar.

A chave é: sua mensagem é maior que o seu medo.


O Custo de Não Aparecer

Você já parou para calcular quanto dinheiro você está deixando na mesa por não ter visibilidade?

  • Propostas que não chegaram até você
  • Parcerias que nunca foram oferecidas
  • Convites para eventos que não vieram
  • Alunos que compraram o curso do concorrente

A falta de autoridade digital tem um preço. E ele é alto.


O Jogo da Constância

A autoridade não se constrói com um post, nem com um vídeo viral. Ela se constrói com constância.

  • Um post por semana já muda o jogo.
  • Um vídeo por semana te coloca no radar.
  • Participar de lives aumenta seu alcance.
  • Estar presente em diferentes canais te fortalece.

Visibilidade é construída. Não acontece por sorte.


Estratégias Práticas para Aparecer com Propósito

Aqui vai um plano de ação simples e poderoso:

  1. Escolha um canal principal: Instagram, YouTube, Podcast ou LinkedIn.
  2. Defina 3 temas centrais que você domina.
  3. Crie uma rotina de publicação semanal.
  4. Grave vídeos curtos com dicas práticas.
  5. Compartilhe bastidores da sua atuação profissional.
  6. Participe de lives com outros profissionais.
  7. Peça depoimentos em vídeo de clientes reais.
  8. Seja constante. Mesmo que comece pequeno.

Casos Reais de Transformação pela Autoridade

  1. Carla, terapeuta holística:

Passou de 3 para 30 atendimentos por mês só com lives semanais no Instagram.

  1. Pedro, advogado trabalhista:

Começou a postar vídeos curtos explicando direitos do trabalhador e foi chamado para programas de TV locais.

  1. Juliana, designer de interiores:

Usou o Pinterest e o Instagram para mostrar projetos e hoje recebe pedidos de orçamento diariamente.

Essas pessoas não esperaram ter 10 mil seguidores. Elas começaram com o que tinham. E decidiram aparecer.


O Poder de Assumir Seu Espaço

A pergunta final é: você vai continuar sendo o profissional escondido que poucos conhecem, ou vai assumir sua voz, sua mensagem e seu lugar no mercado?

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Autoridade é uma escolha.

E ela começa com uma decisão: a de ser visto.

Mesmo com medo.
Mesmo com pouco.
Mesmo aos poucos.

Quem aparece, cresce. Quem aparece, conecta. Quem aparece, vende.

E quem não aparece…
… não vende.

Vamos mudar isso juntos?

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Negócios

O Cansaço Invisível da Empreendedora

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Quando você sorri por fora, mas está esgotada por dentro – e ninguém percebe

Você cuida do negócio, da casa, dos filhos (ou dos pais), responde mensagens à noite, entrega pedido no domingo, organiza conteúdo, tenta manter a presença digital, comparece a eventos…
E ainda sorri. Porque “é preciso mostrar força”.

Mas a verdade é que muitas empreendedoras estão vivendo um cansaço silencioso. Um esgotamento emocional que não vira atestado, mas mina a produtividade, a criatividade e, principalmente, a alegria de empreender.


🧠 O nome disso é sobrecarga

A mulher empreendedora, na maioria das vezes, não tem apenas um trabalho. Ela tem múltiplas jornadas.
E o mais grave: sente culpa por descansar.

Esse tipo de rotina constante, sem pausa e com alta exigência emocional, gera o que especialistas chamam de fadiga mental e burnout emocional.

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Sinais comuns:

  • Irritabilidade
  • Falta de paciência com a família ou equipe
  • Insônia
  • Ansiedade constante
  • Sensação de que nunca é suficiente

🤍 Você não está sozinha. E você pode desacelerar.

Sim, é possível crescer no seu negócio sem se perder de si mesma.
Mas para isso, é preciso parar de romantizar a exaustão.

Comece com pequenos passos:

  • Defina um horário para encerrar o expediente, mesmo que você trabalhe de casa
  • Delegue pequenas tarefas — dentro ou fora do negócio
  • Bloqueie na agenda momentos só seus (nem que seja 30 minutos por semana)
  • Busque redes de apoio com outras mulheres — como a nossa

E principalmente: permita-se descansar sem culpa.


🌱 Quando você cuida de si, seu negócio floresce

Não existe marca forte com uma mulher fraca por trás.
Sua energia, sua inspiração, seu olhar são o que fazem o negócio ter alma.
Por isso, cuidar de você não é luxo. É estratégia.

Você não precisa provar nada para ninguém.
Você já é forte. Agora, seja inteira.

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Nossa Casa

Juntas Somos Mais Fortes

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O poder das redes de apoio no empreendedorismo feminino

No mundo do empreendedorismo, nenhuma mulher deveria caminhar sozinha.

A construção de uma carreira empreendedora exige força, foco e muita resiliência. Mas quando essa jornada é compartilhada com outras mulheres que também sonham, criam e enfrentam desafios semelhantes, tudo muda. É aí que entra o poder das redes de apoio femininas.

Essas redes – formais ou informais – são verdadeiros alicerces emocionais, estratégicos e práticos. São encontros presenciais ou grupos online onde ideias são validadas, dúvidas ganham respostas e sonhos ganham forma. É onde a escuta ativa substitui o julgamento e onde a vitória de uma é celebrada por todas.


🌸 O que uma rede de apoio pode oferecer?

  • Troca de experiências reais: histórias que inspiram e ajudam a evitar erros comuns.
  • Indicações e parcerias: o famoso “boca a boca” feminino é um motor poderoso.
  • Apoio emocional: ter com quem desabafar, rir ou até chorar pode fazer toda a diferença.
  • Crescimento coletivo: quando uma sobe, todas sobem juntas.

💬 Um exemplo vivo de força feminina em Campo Grande, RJ

Em Campo Grande, lidero uma rede que hoje reúne mais de 250 mulheres ativas em um grupo exclusivo no WhatsApp. São empreendedoras, profissionais autônomas, prestadoras de serviço e mulheres que desejam crescer com propósito. Além disso, temos outros grupos voltados à divulgação e conexões comerciais, criando uma verdadeira teia de apoio mútuo.

Mais do que mensagens, essa rede se materializa todos os meses nos encontros presenciais de networking que organizo, com palestras, rodas de conversa, dinâmicas e momentos de inspiração e fé.

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Esses encontros já geraram parcerias, novos negócios, colaborações e até reconciliações com o próprio propósito de empreender.
Nosso lema é claro: ninguém solta a mão de ninguém.
E aqui, essa frase é vivida com verdade.


✨ E você, já faz parte de uma rede assim?

Se ainda não, fica o convite: comece agora. Busque um grupo na sua cidade, participe de eventos voltados para mulheres empreendedoras ou crie o seu próprio. Você vai se surpreender com o quanto pode florescer — pessoal e profissionalmente — quando caminha com outras mulheres ao seu lado.

Solicite entrar no grupo: 2197979-4396

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