Para as empresas, os apps de mensagens devem se tornar o canal de marketing e comunicação preferido.
Por quê?
Especialmente para pequenas e médias empresas, que podem não ter recursos para administrar equipes de serviço dedicadas, o sistema de mensagens é uma solução acessível e econômica para impulsionar novos negócios e atender clientes existentes.
Para saber mais sobre mensagens como gerador de receita, conversamos com Stefanos Loukakos, cofundador e CEO da Connectly (empresa americana de marketing digital), e Yandong Liu, outro cofundador da Connectly e seu CTO. Eles explicaram que as mensagens têm quatro principais vantagens competitivas em relação a outros canais de comunicação.
1 – As mensagens são o que os clientes querem
Por que as empresas devem considerar um investimento em mensagens? Porque a pesquisa indica que as pessoas preferem enviar mensagens a ligar.
O problema é que as empresas, muitas das quais se apegam ao telefonema como meio de troca de mensagens, não estão colocando as mensagens para funcionar adequadamente. Como aponta Loukakos, “ainda temos que ligar para as empresas. Não seria muito melhor se pudéssemos enviar mensagens para as empresas também?”
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Ao contrário do e-mail, que tem inúmeros provedores de serviços oferecendo produtos de suporte para gerenciar o relacionamento com os clientes, os aplicativos de mensagens têm poucos. Poucas ferramentas que medem o engajamento e a retenção do cliente. Poucos painéis onde os agentes de serviço podem organizar mensagens recebidas, criar tickets e responder perguntas imediatamente.
Isso está mudando. Já estão disponíveis plataformas de mensagens inteligentes que podem converter bate-papos em dados estruturados que se integram a plataformas de marketing mais tradicionais e, em última análise, informam estratégias de negócios.
“As empresas se preocupam apenas com uma coisa”, diz Loukakos. “Como podemos conseguir mais negócios?”
Uma empresa que usa mensagens está se comunicando com os clientes em seus próprios termos, em sua plataforma de escolha, aumentando assim suas chances de obter exatamente isso: mais negócios.
2- As mensagens são melhores para reproduzir experiências de serviço do mundo real
Apesar de toda a conveniência do comércio eletrônico, as compras em sites permanecem impessoais e genéricas, diz Loukakos. Ele acredita que os profissionais de marketing podem oferecer uma experiência melhor usando aplicativos de mensagens.
“Um site é uma conversa de um para muitos, enquanto as mensagens são uma conversa pessoal de um para um”, explica ele. “Todo mundo vê essencialmente o mesmo site, obtém os mesmos produtos e você precisa pesquisar para encontrar seu próprio caminho até lá.”
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As mensagens, por outro lado, criam relacionamentos diretos e significativos entre compradores e vendedores.
Considere o simples prazer de fazer compras em uma empresa local bem administrada. Os proprietários rapidamente conhecem você e seus gostos: eles podem, digamos, deixar de lado seu pão favorito quando ele chega de manhã, esperando sua visita no final do dia. Não há pressão, apenas consideração genuína. Você compra lá regularmente e conta a seus amigos sobre o lugar.
“Esta é a experiência que queremos replicar”, diz Loukakos. “Queremos trazer as grandes coisas que acontecem no mundo offline para o mundo online.”
Não se trata apenas de comércio eletrônico, acrescenta. Essa experiência é relevante se você estiver visitando o banco, marcando uma consulta médica ou conversando com a escola de seus filhos.
“Existem muitas experiências em que as interações personalizadas um para um fazem sentido e deixam os clientes satisfeitos, além de aumentar o ROI das empresas”, diz Loukakos
3- A IA pode personalizar as mensagens para um melhor envolvimento
Digamos que você seja proprietário de uma empresa ou diretor de marketing que já está trocando mensagens com os clientes. Parabéns. Você está à frente da curva.
Mas você está realmente aproveitando ao máximo suas mensagens? Por exemplo, você está transformando esses compromissos não estruturados em dados que podem ser analisados para obter insights? Se não, você está perdendo oportunidades importantes.
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“Em cada atividade, vejo um ponto de dados ou até vários pontos de dados”, explica Liu. “Mas se não houver uma maneira fácil de convertê-los em algo que um computador possa entender facilmente, é muito difícil convertê-los em outras ações.”
Usando inteligência artificial, mensagens de conversação (“dados não estruturados”, em termos técnicos) são convertidas em dados legíveis por máquina. Esses conjuntos de dados, por sua vez, podem ser inseridos no CRM da sua empresa para criar mensagens de marketing de saída altamente personalizadas.
E vice-versa: os dados mantidos em CRMs podem ser integrados a plataformas de mensagens inteligentes, criando uma troca pessoal instantânea entre clientes e agentes de serviço.
Diz Liu, “O maior valor é converter essas sessões de bate-papo não estruturadas em motivadores de negócios”
4- As mensagens simplificam a experiência de atendimento ao cliente (para todos)
Particularmente durante os estágios de crescimento, os empresários e outros tomadores de decisão podem se encontrar tão focados na construção de um ótimo produto que renunciam à inovação em favor de ferramentas testadas e comprovadas. Por exemplo, os portais de atendimento ao cliente baseados em e-mail – eles são abundantes e familiares.
À medida que a empresa cresce, torna-se mais difícil e caro “desenrolar” os sistemas para implementar soluções superiores.
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“O e-mail ainda é produtivo”, admite Liu. “Mas se houver uma opção de mensagens, eu a usaria.” Para os clientes, explica ele, as mensagens significam respostas mais rápidas. As mensagens também fornecem um “histórico holístico” – um único ponto de contato que elimina a necessidade de alternar entre chats, e-mails e telefonemas, por exemplo.
“Tudo é um pouco mais fácil do lado do cliente”, diz ele.
Para negócios, benefícios semelhantes se aplicam. “A unificação de tudo em um canal, ou menos canais, reduz a sobrecarga de gerenciamento”, explica Liu. Chega de repassar clientes para outros departamentos; não mais coletar as mesmas informações básicas no início de cada chamada. Os funcionários, diz Liu, “vêem todas as mensagens, exibidas bem e convertidas em pontos de dados” que os ajudam a tomar melhores decisões.
O caminho das mensagens para o ROI
As mensagens móveis percorreram um longo caminho desde que a primeira mensagem de texto SMS do mundo foi enviada: um simples “Feliz Natal”, enviado para o celular Orbitel 901 de um executivo da Vodafone em 3 de dezembro de 1992.
E, no entanto, os dias mais promissores das mensagens ainda estão por vir, especialmente para empresas que desejam melhorar seus esforços de divulgação. É comprovado que o envio de mensagens aumenta o envolvimento, a aquisição e a conversão do cliente.
“As estatísticas mostram que o e-mail tem uma taxa de abertura de 20% e uma taxa de cliques abaixo de 2%. Com mensagens, você obtém uma taxa de abertura de 98%, e no Connectly estamos vendo uma CTR de cerca de 25%”, diz Liu.
“Acredito que será o canal de comunicação de fato entre pessoas e empresas, assim como é entre pessoas e pessoas”, diz Loukakos.
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Liu concorda: “As mensagens são o futuro. Não há dúvida sobre isso.”
Entenda a diferença entre ser conhecido e ser considerado referência.
A confusão entre fama e autoridade
Vivemos na era da visibilidade instantânea. Qualquer pessoa com um celular e acesso à internet pode, em poucos segundos, criar um vídeo que alcance milhares – ou até milhões – de visualizações. Esse fenômeno alimenta uma ilusão perigosa: a de que visibilidade é sinônimo de autoridade.
Mas existe um abismo entre ser visto e ser respeitado. Entre ser famoso e ser considerado referência. A fama pode trazer olhares. A autoridade, por outro lado, sustenta relacionamentos, gera vendas e constrói reputações sólidas que resistem ao tempo.
Este artigo é um convite para repensar o seu posicionamento digital, entender as sutis (e importantes) diferenças entre popularidade e credibilidade e, principalmente, aprender a construir confiança no seu mercado.
Fama: o holofote que pode cegar
A fama é sedutora. O aumento rápido de seguidores, curtidas e compartilhamentos libera dopamina e dá a sensação de que algo grandioso está acontecendo. E, de fato, pode estar – mas nem sempre da forma mais estratégica.
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A fama, na era digital, pode surgir de muitas maneiras:
Um vídeo que viraliza por acaso.
Participar de uma polêmica online.
Criar um conteúdo engraçado que circula fora do seu público-alvo.
Copiar tendências sem conexão com a sua mensagem.
O problema é que fama não garante credibilidade. É possível ser amplamente conhecido por um motivo que nada tem a ver com a sua competência profissional. Pior ainda: a fama mal gerida pode atrair atenção negativa, afastar potenciais clientes e até prejudicar a imagem.
A lógica é simples: se a atenção que você atrai não está ligada àquilo que você vende ou defende, ela se torna irrelevante ou até prejudicial para o seu negócio.
Autoridade: o pilar que sustenta a confiança
A autoridade digital é construída na intersecção entre consistência, conteúdo de valor e coerência.
Consistência: aparecer regularmente, mantendo presença na mente do público.
Conteúdo de valor: entregar informações, soluções ou inspirações que realmente ajudam as pessoas.
Coerência: manter alinhamento entre discurso, comportamento e resultados.
Diferente da fama, a autoridade não precisa de milhões de seguidores. Um especialista pode ter uma comunidade pequena, mas extremamente engajada e fiel, gerando mais negócios do que influenciadores com centenas de milhares de fãs.
Um profissional com autoridade não é apenas lembrado – ele é procurado quando surge uma necessidade.
Os 5 pilares da construção de confiança digital
Para transformar visibilidade em credibilidade, é preciso seguir um caminho estruturado. Estes são os pilares fundamentais:
1. Clareza de posicionamento
Você precisa deixar claro quem você é, o que faz e para quem faz. Sem isso, qualquer tentativa de ganhar autoridade se perde no ruído da internet.
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2. Presença consistente
Não basta postar quando dá. A autoridade é reforçada cada vez que você aparece com conteúdo relevante e alinhado à sua mensagem.
3. Conteúdo que resolve
Não se trata apenas de falar sobre você, mas de ajudar o público a resolver problemas reais. Isso cria reciprocidade e confiança.
4. Prova social
Depoimentos, estudos de caso, menções na mídia e participações em eventos reforçam a sua credibilidade.
5. Reputação protegida
Um deslize pode comprometer anos de construção. Cuidado com posicionamentos impulsivos e mantenha profissionalismo em todas as interações.
Como identificar se você está buscando fama ou autoridade
Pergunte-se:
O conteúdo que produzo é mais voltado para impressionar ou para ajudar?
Meus seguidores sabem claramente qual é a minha especialidade?
As oportunidades que recebo estão alinhadas ao meu propósito e área de atuação?
Minhas postagens atraem clientes ou apenas espectadores?
Se a maior parte das respostas indicar que seu conteúdo é mais voltado à busca por atenção do que à entrega de valor, é hora de recalibrar sua estratégia.
O risco da fama sem propósito
A fama sem conexão com a sua proposta profissional pode gerar armadilhas:
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Expectativas desalinhadas: o público espera algo que você não entrega.
Perda de foco: você começa a criar conteúdo para agradar, e não para converter.
Esgotamento: manter relevância na base apenas da popularidade é exaustivo.
Superficialidade: a sua marca pessoal perde profundidade e autenticidade.
Casos reais e lições aprendidas
No mercado brasileiro e internacional, há inúmeros exemplos de profissionais que decidiram priorizar a construção de autoridade ao invés de buscar fama instantânea. O que todos eles têm em comum é o investimento constante em:
Especialização na sua área.
Produção de conteúdo educacional.
Networking estratégico.
Participação em eventos relevantes.
Eles entenderam que o respeito é mais valioso que a popularidade.
Estratégias para construir autoridade sem precisar de fama
Defina sua especialidade e fale dela repetidamente.
Crie conteúdo perene (artigos, vídeos e podcasts que não “expiram” rápido).
Use as redes sociais como vitrine de credibilidade, não de vaidade.
Invista em mídia segmentada, em vez de tentar agradar todo mundo.
Apareça em ambientes estratégicos, como eventos, colaborações e parcerias.
A confiança é a moeda mais valiosa
Na nova economia da atenção, o ativo mais importante não é a quantidade de pessoas que te conhecem, mas a profundidade da confiança que elas têm em você. A fama pode até abrir portas, mas é a autoridade que mantém essas portas abertas e garante que, do outro lado, haja oportunidades reais e sustentáveis.
Se o seu objetivo é construir uma carreira sólida, capaz de atravessar mudanças de algoritmos, modismos e plataformas, então a sua prioridade deve ser cultivar confiança – e não apenas buscar atenção.
Nos dias de hoje, o desejo de empreender está mais forte do que nunca. A busca por independência financeira, realização pessoal e a vontade de impactar positivamente a sociedade são grandes impulsionadores para que muitas pessoas optem por trilhar o caminho do empreendedorismo. No entanto, com tantas incertezas econômicas, políticas e sociais, o medo de empreender também se tornou um dos principais obstáculos para quem deseja iniciar um negócio.
Os Desafios do Empreendedorismo no Cenário Atual
O cenário atual é marcado por uma série de desafios que podem aumentar o receio de empreender. A inflação, as mudanças nas políticas econômicas, a concorrência acirrada, e a rápida evolução tecnológica são apenas algumas das questões que afligem os novos empreendedores. Além disso, a pandemia de COVID-19, que ainda deixa marcas profundas na economia global, reforçou a sensação de insegurança.
Outro ponto importante é a volatilidade do mercado. Com as inovações constantes, o que é tendência hoje pode ser obsoleto amanhã, exigindo dos empreendedores uma capacidade de adaptação rápida e constante. A pressão por resultados imediatos e a responsabilidade de lidar com a gestão financeira, marketing, vendas e atendimento ao cliente são outros fatores que geram ansiedade e dúvidas sobre a viabilidade de um novo negócio.
O Medo de Fracassar e as Suas Consequências
O medo de fracassar é um sentimento comum, especialmente para aqueles que estão empreendendo pela primeira vez. A possibilidade de investir tempo, dinheiro e recursos em algo que pode não dar certo é assustadora. Esse medo pode ser paralisante, levando muitos a adiar indefinidamente a realização de seus sonhos.
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Além disso, a exposição pública ao fracasso, especialmente nas redes sociais, onde as pessoas compartilham tanto seus sucessos quanto seus insucessos, pode aumentar a pressão sobre os empreendedores. Isso pode gerar um ciclo de autossabotagem, onde o medo impede a ação, e a falta de ação confirma as piores expectativas.
Superando o Medo de Empreender
Superar o medo de empreender não é tarefa fácil, mas é possível. Uma das primeiras medidas é a busca por conhecimento. Investir em capacitação, seja por meio de cursos, leitura de livros sobre empreendedorismo ou participando de eventos e networking, ajuda a entender melhor o cenário e a se preparar para os desafios.
Outro ponto crucial é o planejamento. Elaborar um plano de negócios detalhado, que inclua desde a análise de mercado até o planejamento financeiro, pode reduzir consideravelmente as incertezas. Estabelecer metas claras e mensuráveis também é fundamental para manter o foco e acompanhar o progresso.
Contar com uma rede de apoio, seja ela composta por familiares, amigos ou mentores, também é essencial. O apoio emocional e os conselhos práticos de quem já passou pela mesma jornada podem fazer toda a diferença. Além disso, a troca de experiências com outros empreendedores pode trazer insights valiosos e novas perspectivas.
Por fim, é importante lembrar que o fracasso faz parte do processo. Grandes empreendedores muitas vezes enfrentaram várias quedas antes de alcançar o sucesso. O importante é aprender com os erros, ajustar a rota e seguir em frente.
Oportunidades em Tempos de Crise
Apesar dos desafios, o cenário atual também apresenta inúmeras oportunidades. Crises muitas vezes abrem espaço para a inovação, e negócios que conseguem se adaptar rapidamente podem se destacar. Setores como tecnologia, saúde, e-commerce, e sustentabilidade têm apresentado crescimento expressivo, mesmo em tempos difíceis.
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Empreender em tempos de incerteza exige coragem, resiliência e uma boa dose de otimismo. Aqueles que conseguem superar o medo e abraçar o desafio podem encontrar, além do sucesso financeiro, uma profunda realização pessoal e a chance de contribuir positivamente para a sociedade.
Conclusão
O medo de empreender nos dias atuais é real e justificável, mas não deve ser um impeditivo para quem deseja iniciar um negócio. Com conhecimento, planejamento, apoio e resiliência, é possível transformar esse medo em uma força motriz para o sucesso. Afinal, como disse o empresário e investidor Warren Buffett: “O risco vem de não saber o que você está fazendo”. Então, prepare-se, enfrente seus medos e dê o primeiro passo rumo ao seu sonho empreendedor.
Quando você sorri por fora, mas está esgotada por dentro – e ninguém percebe
Você cuida do negócio, da casa, dos filhos (ou dos pais), responde mensagens à noite, entrega pedido no domingo, organiza conteúdo, tenta manter a presença digital, comparece a eventos… E ainda sorri. Porque “é preciso mostrar força”.
Mas a verdade é que muitas empreendedoras estão vivendo um cansaço silencioso. Um esgotamento emocional que não vira atestado, mas mina a produtividade, a criatividade e, principalmente, a alegria de empreender.
🧠 O nome disso é sobrecarga
A mulher empreendedora, na maioria das vezes, não tem apenas um trabalho. Ela tem múltiplas jornadas. E o mais grave: sente culpa por descansar.
Esse tipo de rotina constante, sem pausa e com alta exigência emocional, gera o que especialistas chamam de fadiga mental e burnout emocional.
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Sinais comuns:
Irritabilidade
Falta de paciência com a família ou equipe
Insônia
Ansiedade constante
Sensação de que nunca é suficiente
🤍 Você não está sozinha. E você pode desacelerar.
Sim, é possível crescer no seu negócio sem se perder de si mesma. Mas para isso, é preciso parar de romantizar a exaustão.
Comece com pequenos passos:
Defina um horário para encerrar o expediente, mesmo que você trabalhe de casa
Delegue pequenas tarefas — dentro ou fora do negócio
Bloqueie na agenda momentos só seus (nem que seja 30 minutos por semana)
Busque redes de apoio com outras mulheres — como a nossa
E principalmente: permita-se descansar sem culpa.
🌱 Quando você cuida de si, seu negócio floresce
Não existe marca forte com uma mulher fraca por trás. Sua energia, sua inspiração, seu olhar são o que fazem o negócio ter alma. Por isso, cuidar de você não é luxo. É estratégia.
Você não precisa provar nada para ninguém. Você já é forte. Agora, seja inteira.
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