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Para quem gosta ou morou em Campo Grande

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Tenho lido muitos comentários a respeito de um bairro aprazível em sua história e revoltante em seu presente. Curioso é que eu tenho amigos no face dos mais longínquos lugares e a enxurrada de comentário é maior do que todos os demais reunidos.

O que estaria acontecendo? Seria exagero dos comentaristas ou uma verdade e realidade difíceis de serem aceitas. Infelizmente é o retrato da realidade que se estende sendo o retrato da própria vida. Uma vida que tinha seus dias preenchidos por um bucólico romantismo, porém, que preenchida por uma sequência de inesquecíveis momentos.

Como esquecer a passagem pela linha férrea próxima à velha estação marcada de cada lado pela presença de um Mercado São Domingos de cada lado. Ali juntinha a Rua Ferreira Borges com sua velha delegacia, onde os presos eram bêbados que incomodavam as pessoas na rua, quando tinha algo mais sério até o Sr. Roberto açougueiro dos bons ia com a turma, parecendo mais uma guarda comunitária.

Rodoviária! Que rodoviária que nada, ali era o depósito das carrocinhas da limpeza pública hoje, Comlurb. Na calçada saía o velho 345 Campo Grande-Comari, via INPS, um pouco antes era uma parada e contorno dos bondes. Ao lado na Ferreira Borges, saía a velha e antiga linha Méier Campo Grande, um turismo pelo Rio de Janeiro. E a 786 Campo Grande – Marechal Hermes, bem próximas do Colégio Batista de Campo Grande.
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Saindo da passagem pela linha férrea, que deu lugar ao túnel que vive emporcalhado e mal cheiroso, subia-se a Coronel Agostinho, hoje calçadão de Campo Grande, que por ineficiência das autoridades virou um lugar propício para punguistas e assaltantes.

Ali estava a Sapataria Santa Teresinha, onde peguei meu primeiro uniforme completo do Colégio Raja Gabaglia, via caixa escolar e vizinha da Casa Eunice, uma tradição do bairro. Seguindo lá estava uma lojinha pequena à esquerda de quem sobe, onde comprava todos os artigos para que minha mãe pudesse costurar, era simplesmente o tudo.

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A loja passou para o lado direito de quem sobe e transformou-se na grande Silbene, hoje uma simples lembrança na mente de quem a conheceu. Ao lado, o mercado popular municipal, onde os agricultores do rio da Prata, da Ilha de Guaratiba, da serrinha do Mendanha e regiões próximas traziam seus produtos para vender. Era triste, quando chovia, caminhar algumas vezes por atoleiro entre as barracas. Bem juntinha vinha uma mostra do que é um bairro ter tradição: Whirts chaveiro,

Máximo Tamancaria, Sebastião Moreira e o Rápido Campo Grande que juntamente, com o bigode de fogo, davam vida nova aos velhos calçados. Próximo deles estava a famosa Casas da Banha, cujo velho Chacrinha e um casal de porquinhos tornaram-na famosa. Na esquina do Beco do Seridó surgiu a Magal, hoje Superlar, inaugurada com um show de Roberto Carlos, que obrigou todo o comércio a fechar, pois, não cabia todo mundo na velha Coronel Agostinho.

Seguia-se, e chegávamos a Sorveteria Campo Grande, na Cesário de Melo onde hoje está a modernidade, um mini Shopping de produtos de informática. O sabor que se imaginasse lá estava, até que os primeiros sinais de violência aportassem por aqui e desse um ponto final a estas delícias. Em frente a sorveteria estavam unidas e juntas por uma folha de papel, Papelaria IV Centenário e Gráfica Campo Grande e junto a elas a velha Escola Venezuela, cuja matrícula número 01, era de um conhecido personagem do bairro, que ficou famoso como “Melhoral”.

Dois passinhos e estávamos na Matriz de Nossa Senhora do Desterro, toda imponente sobre uma elevação de terreno e vista de todos os pontos do bairro, com seu sino pontual às seis horas da tarde. Muito dessa pontualidade, graças à família Arzua. Passava-se pelo velho distrito de Obras, depois Coletoria Pública, DEC, CRE e finalmente estava diante da maior representação cultural de toda Zona Oeste, talvez de boa parte do Rio de Janeiro: Colégio Belisário dos Santos hoje, um estacionamento popular. Ali se formaram verdadeiros homens, lustres autoridades, grandes personalidades políticas, militares, eclesiásticas e gente do povo que tiveram aula de civismo, patriotismo, respeito, educação, honestidade e formação para a vida. Tenho um orgulho que deixo como tesouro para os meus filhos, ter sido professor e coordenador por quatorze anos desta maravilha da cultura nacional.

Continuávamos Rua Augusto Vasconcelos abaixo e logo na esquina estava o café da manhã, sempre saboroso do Senhor Joaquim, que o filho hoje tem um serviço de alto-falante chamado Avaré. Ou o do Senhor Motta, cuja filha Emília, minha aluna no Belisário tornou-se uma grande mestra de Geografia. Próximo o velho BEG, depois BANERJ e finalmente ITAÚ.

Na outra ponta do Beco do Seridó, lá estavam duas partes da história de Campo Grande: o restaurante com seu eterno cheirinho de comida caseira e a Academia Dynear Plaza onde muitos deram seus primeiros acordes de violão, órgão, piano e outros. A partir dali conhecemos grandes músicos como, por exemplo, minha ex-aluna Maria Lúcia Barros, filha do saudoso amigo professor João Gualberto Barros, que é a cravista número 1 do mundo, uma honra para nosso bairro. Aliás, falar de cultura musical por aqui é chover no molhado, pois, começando por Adelino Moreira, passa por Adilson Ramos, pela turma do Silvery Boys onde estavam Zezinho e seu irmão, Altamir, Sidney do Renato e seus Blue Caps, André Luis músico das onze, craque de bola e mestre de física, Weber Werneck, os irmãos Assad, Zeca do Trombone, Ney músico, arranjador e produtor e tantos outros que precisaríamos falar só de música num outro texto, para citar-se o Parece que Bebe,

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O Sereno, O Filhos da Pauta, o Embaixo do Viaduto e tantos outros que marcavam o carnaval de famílias e de alegria que se fazia por aqui, onde destaques como a mulinha de seu Whirts e os blocos de sujos externos pelas pessoas mais limpas internamente.

Fechávamos este pequeno circuito que era usado pelos desfiles de blocos, pelos desfiles cívicos e algumas vezes por procissões religiosas, com a chegada à Praça Raul Boaventura, justa homenagem a um membro de uma família que prestou grandes serviços ao nosso Bairro-Cidade. Ali estava em sua acanhada, porém, eficiente loja, o posto do Correio Brasileiro, vizinho de uma das mais antigas lojas, onde se comprava o long-play desejado, a casa DUX, dos Vitari.

Em frente a Estação Ferroviária, onde passaram trens a vapor, elétrico, para Campo Grande, para Santa Cruz, para o Matadouro, o especial da Aeronáutica, a litorina especial para a Central do Brasil por pouco tempo, o parador, o direto, o especial para o Maracanã pouquíssimas vezes e outros que ficaram pelo tempo.Ali bem próximo entrávamos na Rua Viúva Dantas, aliás, aqui se faz um parêntese, muitos dos personagens que dão nomes as ruas de Campo ,Grande são parentes. Nesta rua está mais um pouquinho da história de nosso cantinho glamoroso. Tavares, Ultralar, Dib´s, CINQ só para começar. Ali esteve, está e continuará por muitos anos a referência em análises clínicas, o Laboratório Tinoco.

Tive a honra de conviver com o patriarca e dar aulas aos três que mantiveram a marca famosa, nos padrões criados pelo velho Tinoco Banco Itaú? A pouco, pois, ali funcionava uma das mais tradicionais agremiações esportivas do Estado e Clube Social da linha familiar. Ali surgiu Zeny de Azevedo, o popular Algodão, que foi deca-campeão pelo Flamengo e bicampeão Mundial, emprestando hoje seu nome ao ginásio poliesportivo do Centro Esportivo Miécimo da Silva, homenagem para lá de justa.

O Clube dos Aliados de grandes bailes, grandes festas e momentos importantes de nossa região, deu lugar a uma agência do Banco Itaú e hoje resplandece em uma grande área da Estrada do Mendanha.

Juntamente com o Luso Brasileiro, do qual tive a honra de ser primeiro diretor e depois vice-presidente, onde conheci figuras ímpares da sociedade campograndense como o Sr. José Valgode (sapataria Dá no pé dá no preço), através de quem fui para a diretoria, Prof. Avany Magalhães, um exemplo para mim e uma aula de vida, como foi meu eterno mestre, diretor e ídolo Dr. Helton Alvares Veloso de Castro e está sendo até este momento o mestre Alcir Pimenta, os comerciantes locais Roberto Santos, Nelson dos Bananais, Ribeiro, Artur da gráfica, Chianca, administradores com relevantes serviços como Nilson, Paulinho e Robertinho (Cedae), médicos renomados Dr. Villa e Dr. Malaquias, engenheiros de destaque Dr. Sady e Dr. Agilson Baroni. Ali conheci o que era capacidade de jovens como foi a Ala jovem do clube e uma dupla que vi fazendo sucesso e ajudando por demais o clube em sua ascensão, quando as finanças e consequentemente a arrecadação eram fundamentais: Fernando Valgode e Claudio Chianca A estes espaços principalmente culturais juntava-se a Associação 10 de maio, dando ao Bairro um toque de lazer e cultura, por onde se destacaram Mestre Saul, Oswaldo Machado, Nancília Pereira, Waldir Onofre, Neris Cavalcanti e tantos outros escritores, pintores, artesões, poetas e poetisas, entalhadores e artistas de diversas áreas.Nossa história é maior, nosso bairro era uma estrela que brilhava forte numa constelação de pequenos brilhos pela cidade. Que bairro do Rio de Janeiro ou que outras cidades que não são capitais tinham ao mesmo tempo três deputados estaduais (Jair Costa, Dílson Alvarenga e Miécimo da Silva) dois Federais (Alcir Pimenta e Daniel Silva) e que diferente da política atual, fizeram seus patrimônios simples, muito mais por suas profissões, professor, médico etc. do que propriamente pelo cargo político exercido. Fizeram graças ao seu próprio trabalho.

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Transitamos de uma fase meio colonial para a de um bairro com cara de cidade. Em qualquer setor profissional nosso bairro conta com figuras de relevância até mesmo no cenário nacional, como dirigentes, comandantes e responsáveis diretos que nos enchem de orgulho como Doracil Corval, comandante geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. A este se juntam vários outros, muito bem retratados no livro Personalidades da Zona Oeste, brilhante trabalho da escritora Nancília Pereira.Nosso rincão tem espaço de alegrias e realizações, porém, aos poucos vai nos deixando triste com as modificações que se apresentam, principalmente no comportamento das pessoas e na mudança de hábitos da sociedade como um todo. Orgulhamo-nos de termos Colégio Nossa Senhora do Rosário, Colégio Afonso Celso, porém, sentimos falta de algumas irmãs que por lá passaram, do casal Sreder Bastos, do Monteiro Lobato no calçadão, com as três senhoras que o dirigiam e em educação estava um passo adiante.

Temos a alegria de contarmos com o Golfinho Amigo, porém, não temos mais Afonsinho e o espaço Júnior do Belisário (Heltinho). Temos boas churrascarias sem no entanto, podermos almoçar no restaurante do Pepe, temos telefones celulares, porém, a velha Cetel  em frente a padaria do misto de padeiro e músico senhor Marques, nos atendia melhor que as operadoras fixas atuais. Temos clínicas com especialidades e equipamentos, porém, as velhas do Carmo, Joari, Urgil, Santa Lúcia, Campo Grande e o velho Rocha Faria atendiam muito melhor.

A infância e a adolescência nos permitiam escrever linhas da história da vida que borracha nenhuma do tempo apagará; brincávamos na rua de amarelinha, hoje amarelamos de medo; rolava um polícia-polícia ladrão entre as ruas e os colegas de rua. Hoje polícia – ladrão – traficante – milícia – o outro  não é de brincadeira, é a vera. Dessa forma, isto é, a vera, só bola de gude colorida ou não, que usávamos para zep, triângulo ou roda. Hoje, usam dentro do coquetel molotov. Lembro-me que vinhamos do Campo Grande Atlético clube, outro orgulho nosso, pois, chegou a ser Campeão da Taça de Prata, indo para a 1ª divisão onde estavam Cruzeiro, Internacional, Corinthians, Santos e outros grandes do Rio de Janeiro, pela madrugada, após o baile e cantávamos pela rua as músicas que acabávamos de ouvir. Hoje, na saída dos bailes o único som é bala cantando.Passa um filme pelas nossas mentes com a Administração Regional ainda na Cesário de Melo, hoje um prédio mal conservado longe do Centro; do velho Sara onde hoje é a agência do Bradesco em frente ao Beco do Seridó, hoje também longe do centro e apesar da estrutura humana bem montada, não consegue exercer o papel que deveria.

As casas de famílias vão dando lugar a lojas e salas comerciais, as famílias como se num estalar de dedos desaparecem, indo para pontos distantes de nosso bairro (eu me penitencio, pois, fui um dos que fez isso) e aos poucos vai se descaracterizando o mais charmoso dos bairros do Rio de Janeiro, cuja a avassaladora especulação imobiliária, juntou-se a uma proliferação de conjuntos habitacionais, a uma insegurança pela falta de controle fruto de um crescimento sem planejamento e hoje um bairro família, transformou-se num bairro popular. Mantém sua história, porém, em papéis guardados, algumas mentes, e em construções que teimam em resistir ao tempo. Já é hora de criarmos uma casa de cultura, não necessariamente um museu, para que possamos preservar essa história, que sem exageros, contada em sua íntegra é mais bonita do que a de muitas cidades.

Aos meus irmãos campo-grandenses fiz um relato muito resumido e com certeza, omiti fatos, casos e personagens, porém, não foi por esquecimento, mas sim, para que tornasse possível de ser lido, sem que cansássemos apesar da beleza da história. Um abraço a todos.Texto de Arnaldo Menezes.Postado neste blog por Adinalzir Pereira Lamego.

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Ozonioterapia: Revolução na Saúde com Deluniize Santos

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A ozonioterapia tem ganhado destaque nos últimos anos como uma prática terapêutica inovadora e eficaz. Mas o que exatamente é essa técnica, e como ela pode beneficiar nossa saúde? Para responder a essas e outras perguntas, entrevistamos a Dra. Deluniize Santos, naturopata e biomédica especialista em ozonioterapia.

O que é Ozonioterapia?
A ozonioterapia é um tratamento que utiliza o ozônio, uma forma ativada do oxigênio, para tratar diversas condições médicas. O ozônio é conhecido por suas propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias e moduladoras do sistema imunológico. Ele pode ser aplicado de várias maneiras, incluindo injeções, insuflações e aplicação tópica, dependendo da condição a ser tratada.

Curiosidades sobre o Ozônio

Natureza Tripla: O ozônio é composto por três átomos de oxigênio, diferentemente do oxigênio que respiramos, que tem dois. Essa terceira molécula torna o ozônio extremamente reativo, capaz de destruir bactérias, vírus e fungos.

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Uso medicinal Histórico: O uso medicinal do ozônio remonta à Primeira Guerra Mundial, onde foi utilizado para desinfetar feridas e tratar infecções.

Versatilidade: Além do uso médico, o ozônio é empregado na purificação da água e no tratamento de resíduos industriais, devido às suas potentes propriedades desinfetantes.

Importância e Relevância na Saúde
A ozonioterapia tem se mostrado eficaz em uma ampla gama de condições, desde doenças crônicas como diabetes e artrite até infecções agudas e feridas de difícil cicatrização. Ela é valorizada por ser uma terapia complementar que pode ser integrada a outros tratamentos médicos tradicionais, oferecendo uma abordagem holística à saúde.

Direito de imagem autorizada.

Entrevista com Dra. Deluniize Santos


Vanessa Andrade (VA): Dra. Deluniize, poderia nos contar um pouco sobre sua formação e como se interessou pela ozonioterapia?

Deluniize Santos (DS): Hoje sou graduada em estética e cosmética, naturopatia biomédica, esse semestre graduanda em biomedicina, sou especialista em algumas áreas como, tricologia e terapia capilar, gerontologia, nutrição ortomolecular, que complementam a medicina integrativa, dentre elas a ozonioterapia, que é uma Prática Integrativa e Complementares (PICS), sou assídua em pelo menos 4 congressos anuais, fora atualizações.

VA: Quais são os principais benefícios da ozonioterapia?

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DS: os benefícios da ozonioterapia são inúmeros, uma vez que podemos dizer que complementam o tratamento de mais de 200 patologias, tem um efeito fungicida, microbicida, antiviral, cicatrização de feridas, estímulo circulatório, antiinflamatório, analgésico…

VA: Poderia compartilhar alguns casos de sucesso que teve com a ozonioterapia?

DS: Nossa! tenho muitos casos maravilhosos de sucesso, como de feridas varicosas, pés diabéticos, hemagiomas, endometriose, hiperplasia benigna, artroses de joelho, quadril, ostepetrose, hérnias de disco, lúpus, artrites reumatóide, vários problemas relacionados a microbiota, intestinal, acnes…

VA: Quais são as contra-indicações ou efeitos colaterais da ozonioterapia?

DS: O ozônio é contra indicado quando administrado sistêmica mente devido a G6PD, glicose 6 fosfato deficiência de desidrogenase (favismo, anemia hemolítica aguda), hipertireoidismo, trombocitopenia, instabilidade cardiovascular grave, infarto agudo do miocárdio, hemorragia maciça, hemocromatose, pacientes recebendo tratamento com cobre e ferro por administração intravenosa, ou qualquer pacientes descompensados e gestante( essa não faço nada, a não ser mimar, da carinho. kkk

VA: Como a ozonioterapia pode ser integrada a outros tratamentos médicos?

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DS: De forma complementar, a ozonioterapia não é uma terapia alternativa, é uma terapia adjuvante e deve ser realizada junto com e não ao invés de o tratamento alopático.
A portaria n 702, de 21 de março de 2018 preconiza o reconhecimento e incorporação das Medicinas Tradicionais e Complementares nos sistemas nacionais de saúde, denominadas pelo Ministério da Saúde do Brasil como Práticas Integrativas e Complementares.

VA: Quais são suas perspectivas para o futuro da ozonioterapia?

DS: Meu sonho é que realmente seja integrada e oferecida a população, pois em outros países já é incluído como triagem, mas creio que falta muito pouco para se tornar realidade no Brasil, já que é um tratamento terapêutico de baixo custo baixo índice de intercorrências, com grandes possibilidades de integração com outros recursos e tratamentos.

Agradecemos à Dra. Deluniize Santos por compartilhar seu conhecimento e experiências com a ozonioterapia. Esta prática terapêutica está realmente revolucionando a forma como abordamos a saúde, oferecendo novas esperanças e opções de tratamento para muitos pacientes.

Para saber mais sobre ozonioterapia e outras terapias inovadoras, continue acompanhando a Dra nas redes sociais (@deluniize.santos)

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Além das Cicatrizes: Desvendando as Camadas da Violência Doméstica sob a Ótica da Lei Maria da Penha e sua influencia no direito das famílias

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No tecido intricado das relações familiares, há uma realidade muitas vezes oculta, mas inegavelmente presente: a violência doméstica e familiar. Este não é apenas um problema privado, mas sim um desafio social que transcende fronteiras, classes e culturas. É uma realidade que exige um olhar profundo, uma análise compassiva e, acima de tudo, uma ação eficaz.

Dra Carla Santos- advogada

Ao abordar a temática da violência doméstica, é essencial compreender não apenas seus diferentes tipos e manifestações, mas também suas ramificações no âmbito jurídico e familiar. É neste contexto que a Lei Maria da Penha emerge como um farol de esperança e justiça, oferecendo não apenas proteção às vítimas, mas também um arcabouço legal abrangente para lidar com esse fenômeno complexo.

Neste artigo, mergulharemos nas profundezas da violência doméstica e familiar, explorando não apenas suas manifestações superficiais, mas também suas implicações intrincadas nas dinâmicas familiares e no universo jurídico.

suas ramificações no âmbito jurídico e familiar. É neste contexto que a Lei Maria da Penha emerge como um farol de esperança e justiça, oferecendo não apenas proteção às vítimas, mas também um arcabouço legal abrangente para lidar com esse fenômeno complexo.

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Neste artigo, mergulharemos nas profundezas da violência doméstica e familiar, explorando não apenas suas manifestações superficiais, mas também suas implicações intrincadas nas dinâmicas familiares e no universo jurídico.

Investigaremos como a violência afeta não apenas os indivíduos envolvidos, mas também o tecido da sociedade em que vivemos. Mais do que isso, examinaremos como a Lei Maria da Penha e outras legislações pertinentes se entrelaçam com questões como pensão, divórcio e guarda, moldando não apenas o presente, mas também o futuro das famílias afetadas.

Este é um convite para uma jornada de compreensão e reflexão. Uma jornada que nos desafia a ir além das aparências e a enfrentar as complexidades subjacentes. Uma jornada que, esperamos, inspire não apenas uma mudança de perspectiva, mas também ações concretas em direção a um futuro onde a violência doméstica seja uma página virada na história das famílias.

Gênero como Categoria Analítica:

Ao abordar a violência doméstica e familiar sob a ótica da Lei Maria da Penha, é crucial adotar uma abordagem que reconheça não apenas as diferentes manifestações da violência, mas também as nuances de gênero que permeiam essas dinâmicas. Nossa análise histórica revela como os papéis de gênero tradicionalmente atribuídos têm servido como pontos de partida para a justificação e perpetuação da violência doméstica. Os estereótipos de masculinidade e feminilidade têm sido historicamente usados para legitimar a dominação masculina e a subjugação das mulheres, criando um terreno fértil para a violência baseada no gênero.

Além disso, as definições biológicas baseadas no sexo têm sido frequentemente invocadas para justificar desigualdades de poder e tratamentos discriminatórios. No entanto, é importante ressaltar que a violência doméstica não conhece fronteiras demográficas ou sociais. Mulheres deficientes e mulheres negras, em particular, enfrentam uma interseção de opressões que as tornam ainda mais vulneráveis à violência e à marginalização.

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Escuta Ativa e Reconhecimento da Violência Psicológica:

Um aspecto crucial na abordagem da violência doméstica é a prática da escuta ativa. Reconhecer e validar as experiências das vítimas é o primeiro passo para romper o ciclo de violência. A violência psicológica, em particular, merece atenção especial, pois pode ser uma das formas mais insidiosas e debilitantes de abuso. Ao minar a autoestima e a autonomia da vítima, a violência psicológica prepara o terreno para outras formas de abuso, perpetuando um ciclo de violência que afeta não apenas o indivíduo, mas também toda a família, infelizmente a existência de barreia para comprovação da violência psicologia vêem dificultando o caminho para tramite judicial.

Impacto da Violência Psicológica no Direito de Família:

No âmbito do direito de família, é evidente que a violência psicológica não apenas afeta a vítima direta, mas também tem repercussões significativas em todas as partes envolvidas. Desde a erosão dos laços familiares até o impacto no desenvolvimento emocional e psicológico das crianças, os efeitos da violência psicológica reverberam por toda a estrutura familiar, perpetuando um ciclo de trauma e sofrimento, o agressor consegue retirar a identidade da mulher, levando-a acreditar que não possui direitos e deveres, levando assim a esta mulher a crê que em uma possível separação seus direitos será anulados.

A medida que nos aprofundamos no intricado tecido da violência doméstica e familiar sob a égide da Lei Maria da Penha, torna-se claro que estamos diante de um desafio complexo e multifacetado. Ao longo deste artigo, exploramos não apenas os diferentes tipos de violência reconhecidos pela lei, mas também suas ramificações profundas nas dinâmicas familiares, sociais e legais.

A Lei Maria da Penha, desde sua promulgação em 2006, tem sido um farol de esperança para milhares de mulheres em todo o Brasil, oferecendo não apenas proteção legal, mas também reconhecimento e validação de suas experiências. No entanto, como qualquer legislação, ela está em constante evolução, buscando se adaptar a um mundo em rápida transformação.

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O advento da era digital trouxe consigo novos desafios, especialmente no que diz respeito à violência virtual e ao assédio online. É fundamental que a Lei Maria da Penha continue a se aprimorar para enfrentar essas novas formas de violência, garantindo que todas as mulheres tenham o direito fundamental de viverem livres de medo e de violência, tanto no mundo físico quanto no virtual.

Além disso, é crucial ressaltar a importância das medidas protetivas como uma ferramenta vital na prevenção de tragédias futuras. Muitas vezes, essas medidas são o último recurso para mulheres em situações de perigo iminente, e devem ser prontamente disponibilizadas e efetivamente implementadas.

Ao encerrar este artigo, gostaríamos de expressar nossa gratidão pelo progresso alcançado até agora na luta contra a violência doméstica e familiar. No entanto, também reconhecemos que há muito trabalho a ser feito. Cada mulher que sofre violência merece justiça, segurança e dignidade. Que possamos continuar avançando juntos na construção de um mundo onde a violência não tenha lugar e onde todas as famílias possam prosperar em paz e harmonia.

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Exossomos e derivados de esperma de salmão: Vanguarda da Beleza

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Dra. Elaine Paixão, CRF-RJ 10250.

A busca pela beleza é uma constante na sociedade contemporânea, e avanços tecnológicos estão revolucionando os tratamentos estéticos. Entre esses avanços, substâncias exóticas ganham espaço neste cenário, mostrando-se eficazes e trazendo sofisticação nos procedimentos estéticos. Os exossomas, são vesículas secretadas de células tronco (stem cells) de placenta, de micróbios, ou plantas; e o PDRN (polidesoxirribonucleotídeo) extraído do esperma do salmão, são matérias primas que a Dra Elaine Paixão usa em suas clínicas de estética no Centro do Rio de Janeiro e em Campo Grande. No caso dos exossomas, os ativos são derivados da planta Rosa-Damasceno e de Centella Asiática e não de placenta, pois a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou apenas o uso dos vegetais no Brasil, até agora.

Independente da origem ser animal ou vegetal, os exossomas são o que há de mais moderno em regeneração tecidual. Eles são responsáveis pela reprogramação da célula, trazendo de maneira segura e eficaz um efeito regenerativo anti-inflamatório e anti-envelhecimento para a pele, cabelo e área íntima, e podem ser utilizados tanto associados com qualquer outro tipo de tratamento como monoterapia. Já o PDRN é um biorremodelador tecidual que consegue regenerar as células e estimular os fibroblastos a produzirem mais colágeno, além de inibir a degradação da elastina.

Melhora a elasticidade e a textura da pele, reduz rugas, linhas de expressão, cicatrizes, promove um efeito lifting natural e é uma ótima indicação para se tratar o melasma. O PDRN também auxilia na cicatrização de feridas e na melhora da aparência de estrias e celulite.

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Finalidades de Uso dos Exossomas

1. Rejuvenescimento Facial e Corporal: Estimulando a produção de colágeno e elastina, os exossomas promovem a revitalização da pele, reduzindo rugas, linhas de expressão e flacidez.

2. Clareamento de Manchas: Com sua capacidade de modular a pigmentação da pele, os exossomas são eficazes no tratamento de manchas causadas pelo sol, envelhecimento ou melasma.

3. Hidratação Intensa: Penetrando nas camadas mais profundas da pele, os exossomas proporcionam uma hidratação duradoura, conferindo uma aparência radiante e saudável.

4. Crescimento Capilar: Ajuda na melhora da queda de cabelo e dos fios finos, atua no couro cabeludo contribuindo para promover a melhora do ambiente para o crescimento capilar, contribui para a ação anti-inflamatória, auxilia no controle de prurido causado pela inflamação e secura, colabora para o controle da secreção sebácea.

Finalidades de Uso do PDNR do esperma de salmão

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1. Melhora da textura da pele: Promovida pela síntese de colágeno e elastina.

2. Melhora da firmeza da pele: Inibindo a degradação da elastina.

3. Clareamento da pele: Redução da hiperpigmentação pela inibição da melanogênese.

4. Anti Acne, Rosácea, Queimaduras, Alergias, Irritação da Pele, Dermatites, dentre outras de vermelhidão na pele: Exercendo uma ação anti-inflamatória.

5. Anti radicais livre: Protegendo de espécies reativas de oxigênio.

6. Anti-idade: Ajudando a reparar o DNA de tecidos danificados ou hipóxicos e restaurando a proliferação e o crescimento celular normal.

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O PDRN também pode ser útil para combater a queda de cabelo e promover o crescimento do cabelo, embora sejam necessários mais estudos para avaliar esse efeito. Outra aplicação proposta PDRN de semen de salmão é para preparação da pele antes de outros procedimentos cosméticos minimamente invasivos, como lasers ou antes de procedimentos cirúrgicos, para reduzir o tempo de cicatrização, cicatrizes e, em geral, obter melhores resultados.

Administração dos ativos

Procedimento minimamente invasivo, anestesiado, conhecido por Indução Percutânea de Colágeno por microagulhas, técnica de roller. Popularmente conhecido como microagulhamento, que promove a abertura de microcanais na pele com o intuito de drug delivery (entrega de princípio ativo). Um bom diluente para os exossomos é o PDNR do esperma do salmão.

Quantidade de Sessões e Tempo de Intervalo

O número de sessões necessárias varia conforme as necessidades individuais de cada paciente e a finalidade do tratamento. A Dra. Elaine Paixão faz um plano de tratamento personalizado para cada caso, após avaliação minuciosa da pele de cada paciente, garantindo resultados sob medida para seus clientes. Mas, em média, são necessárias entre 3 a 4 sessões para tratamentos faciais e 5 a 7 sessões para tratamentos capilares, ambos os casos com intervalos de 15 dias.

uidados Pós Procedimento

Uso de protetor solar e cremes específicos para a manutenção dos resultados.

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Vantagens

Os Exossomas e o PDRN do DNA do salmão têm ganhado cada vez mais adeptos no Rio de Janeiro e no Brasil, na medida que se tratam de técnicas alternativas inovadoras e eficazes para quem busca uma pele bem tratada e jovem, sem a necessidade de procedimentos mais invasivos e com resultados semelhantes.

Conclusão

Em suma, os exossomas representam a vanguarda da estética, conseguindo atuar como células tronco na saúde estética, oferecendo resultados extraordinários sob a expertise da Dra. Elaine Paixão. Sua abordagem personalizada e a utilização de tecnologias inovadoras garantem uma experiência única e transformadora, para a saúde, beleza e juventude da sua pele. Para ter uma pele mais bonita, jovem e saudável, procure a Dra Elaine Paixão e faça um cronograma da beleza personalizado.

A Dra. Elaine Paixão é Especialista em Harmonização Facial e Corporal, especialista em Vigilância Sanitária, Farmacêutica CRF-RJ 10250. Atende no Centro – RJ e em Campo Grande. Para entrar em contato e agendar uma consulta basta entrar no Instagram L (@dra.elainepaixao) , acessar o site www.elainepaixao.com ou chamar através do whatsapp 21 99375-5135.

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