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Gestão das Emoções em Tempos de Mudança

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Todos os dias você e eu somos submetidos a uma avalanche de informações em tempo real, o que acontece perto e longe de nós,  ao redor do mundo, tudo a um clique de nossos dedos. 

E para não perder a qualidade de vida diante de tantos desafios emocionais e mentais, desenvolver a Gestão das nossas emoções é uma grande chave. Como diz o Dr Augusto Cury em seu livro “Gestão da Emoção”: Quando não se governa a emoção, se é governado pelos conflitos instalados nela.

Nunca essa habilidade de gerir as emoções se fez tão necessária e de maneira coletiva, uma vez que todos enfrentamos a crise mundial da pandemia em 2020, o que acabou deixando um aumento nos níveis de estresse e ansiedade na sociedade. É como se todos tivéssemos ficados mais sensíveis “emocionalmente” falando.

Será que você não percebeu isso? Brigas desnecessárias no trânsito, alfinetadas na rede social, falta de conexão e mais estresse entre pais e filhos, muito mais conexão com telas e dispositivos do que conexões pessoais.  E tudo isso impacta na sua capacidade de construir sua habilidade emocional. 

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Saber reconhecer, entender e regular as próprias emoções e saber lidar o mínimo possível com a emoção dos outros se tornou ouro neste tempo. Não entrar em uma frequência negativa, não ser contaminado ou manipulado por emoções tóxicas, é algo de fato muito poderoso. Pois o fato é que você recebe estímulos bons e ruins o tempo todo. Desde o jornal cheio das piores notícias do mundo até o estilo de filme ou série que você assiste. Para o nosso cérebro tudo é estímulo!

Quais os Ganhos de saber gerir emoções? 

Nossas emoções são respostas a todos os estímulos que recebemos durante a vida, e influenciam nossos pensamentos, comportamentos e até nossa condição fisiológica.

Ao longo do seu dia talvez você passe pela raiva, tristeza, alegria até a culpa, vergonha ou frustração. Imagina o que não podem trazer para sua mente, corpo e alma? 

De repente um desânimo, sua paciência diminui, você tem vontade de chorar ou simplesmente explode com uma situação mínima. Já se sentiu assim?

O fato é que em todas as áreas temos necessidade de gerir nossas emoções para termos uma mente equilibrada ou uma tranquilidade inteligente, que você estabelece através da sua gestão.

Ser capaz de agir mais ao invés de reagir, pensar antes de responder, não sucumbir aos próprios sentimentos e não sermos confundidos por nossas próprias emoções só com uma boa gestão emocional. Situações estressantes não irão determinar seu dia, você se tornará capaz de construir e manter relacionamentos mais saudáveis e positivos, assim como se proteger de pessoas tóxicas e não ser influenciada por elas.

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Até a produtividade caminha com a gestão emocional, pois uma vez que você a tem, seu nível de satisfação pessoal aumenta e isso impacta no seu desempenho.

Então a Gestão das Emoções é sobre fazer a gestão do seu Eu. Pois elas estão dentro de você o tempo todo, e constantemente. Razão e emoção caminham juntas.

Quais os Prejuízos de Viver sem a Gestão das Emoções?

Como já mencionei no início do artigo, estamos em constante mudança, no mundo, na política, na economia, mudanças tecnológicas e todas elas podem gerar incerteza quanto ao futuro, ao que fazer, o que aumenta a insegurança e o nível de estresse e ansiedade. Certamente sem gestão vai te faltar clareza mental para lidar com a pressão e a calma para as situações de estresse. Por isso há tantos casos de transtornos de ansiedade, bournot e outros diagnósticos psicossomáticos advindos da falta da gestão emocional.

Sem contar a sua capacidade de tomada de decisões mais assertivas que diminuem quando você está sob estresse, e quando você gerencia suas emoções você se torna mais habilitado a tomar decisões mais ponderadas e racionais.

Sem gestão das suas emoções você está muito mais vulnerável ao estresse, muito mais suscetível a relacionamentos disfuncionais, muito mais indefeso em um ambiente tóxico e opressor de trabalho e muito mais sensível para uma perda de sua saúde mental e emocional de maneira geral. 

Como Desenvolver a Gestão das Emoções?

Existem muitas técnicas para desenvolver a Gestão das suas emoções e são simples e não um bicho de sete cabeças como talvez muitos pensam e vou compartilhar aqui três delas:

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Exercícios de respiração: Uma simples pausa no meio do dia para respirar mais profundamente e contar até 30,  principalmente se estiver sob estresse já vai ajudar a acalmar o seu sistema nervoso e quem sabe te livrar de um problema maior.

Meditação: a prática da meditação te ajuda a ficar no presente, olhar para si, perceber seus sentimentos e aceitá-los. É como um tempo para a regulação de suas próprias emoções (entender o que está sentindo, perceber e aceitar) e autocuidado. Aumenta sua resiliência emocional e melhora sua autoconsciência. 

Autocompaixão: Ser gentil com você mesmo, não se punir ou se julgar como se não tivesse direito de errar ou de se sentir tenso. Então por exemplo se você for capaz de no final de um dia tenso ouvir uma boa música relaxante enquanto toma um banho morno pode ser excelente para não descontar o estresse do dia de trabalho na familia, pois você teve compaixão de si mesmo.

Gestão Emocional e Mais Leveza para a Sua Vida

Ter essa habilidade de gerir suas emoções é aprender a lidar com elas sem deixar que elas te sobrecarreguem e se permitir viver mais equilibradamente e de maneira produtiva sem perder tempo com o que não importa, sem dar ênfase para os momentos ou situações erradas. 

Não foi a toa que o filme “Divertidamente 2” já foi um sucesso de bilheteria (eu recomendo que você assista) porque embora ele não fale sobre a gestão mas ele mostra como as emoções são presentes em nossa vida o tempo todo e sim ele vai mostrar o que acontece quando elas estão desreguladas e o alívio que trás quando acontece o ajuste. 

Porque não importa onde seja, em sua casa, em seu ambiente profissional, em sua vida de uma maneira em geral você sempre irá enfrentar mudanças, terá que lidar com conflitos, posicionamento, relacionamentos, decisões, enfim, e tudo isso traz um embate entre a nossa razão e nossa emoção. Nosso cérebro tem dois lados, e não podemos ser 100% racionais e nem 100% emocionais, apenas precisamos saber lidar com a nossa complexidade e para isso, nada melhor do que uma boa gestão das nossas emoções.

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Com ela, sem dúvida, você será capaz de promover e contribuir para um ambiente muito mais saudável e produtivo onde estiver e especialmente em tempos de constante e intensa mudança.

Desenvolva a gestão das suas emoções, busque seu autoconhecimento e viva com mais qualidade.

“Não tente mudar o cérebro das pessoas; mude você, mude sua estratégia, poupe seu cérebro.” Dr Augusto Cury no livro “Gestão da Emoção” –  pag 188

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Autoridade Não é Sobre Fama, é Sobre Confiança

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Entenda a diferença entre ser conhecido e ser considerado referência.


A confusão entre fama e autoridade

Vivemos na era da visibilidade instantânea. Qualquer pessoa com um celular e acesso à internet pode, em poucos segundos, criar um vídeo que alcance milhares – ou até milhões – de visualizações. Esse fenômeno alimenta uma ilusão perigosa: a de que visibilidade é sinônimo de autoridade.

Mas existe um abismo entre ser visto e ser respeitado. Entre ser famoso e ser considerado referência.
A fama pode trazer olhares. A autoridade, por outro lado, sustenta relacionamentos, gera vendas e constrói reputações sólidas que resistem ao tempo.

Este artigo é um convite para repensar o seu posicionamento digital, entender as sutis (e importantes) diferenças entre popularidade e credibilidade e, principalmente, aprender a construir confiança no seu mercado.


Fama: o holofote que pode cegar

A fama é sedutora. O aumento rápido de seguidores, curtidas e compartilhamentos libera dopamina e dá a sensação de que algo grandioso está acontecendo. E, de fato, pode estar – mas nem sempre da forma mais estratégica.

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A fama, na era digital, pode surgir de muitas maneiras:

  • Um vídeo que viraliza por acaso.
  • Participar de uma polêmica online.
  • Criar um conteúdo engraçado que circula fora do seu público-alvo.
  • Copiar tendências sem conexão com a sua mensagem.

O problema é que fama não garante credibilidade. É possível ser amplamente conhecido por um motivo que nada tem a ver com a sua competência profissional.
Pior ainda: a fama mal gerida pode atrair atenção negativa, afastar potenciais clientes e até prejudicar a imagem.

A lógica é simples: se a atenção que você atrai não está ligada àquilo que você vende ou defende, ela se torna irrelevante ou até prejudicial para o seu negócio.


Autoridade: o pilar que sustenta a confiança

A autoridade digital é construída na intersecção entre consistência, conteúdo de valor e coerência.

  • Consistência: aparecer regularmente, mantendo presença na mente do público.
  • Conteúdo de valor: entregar informações, soluções ou inspirações que realmente ajudam as pessoas.
  • Coerência: manter alinhamento entre discurso, comportamento e resultados.

Diferente da fama, a autoridade não precisa de milhões de seguidores. Um especialista pode ter uma comunidade pequena, mas extremamente engajada e fiel, gerando mais negócios do que influenciadores com centenas de milhares de fãs.

Um profissional com autoridade não é apenas lembrado – ele é procurado quando surge uma necessidade.


Os 5 pilares da construção de confiança digital

Para transformar visibilidade em credibilidade, é preciso seguir um caminho estruturado. Estes são os pilares fundamentais:

1. Clareza de posicionamento

Você precisa deixar claro quem você é, o que faz e para quem faz. Sem isso, qualquer tentativa de ganhar autoridade se perde no ruído da internet.

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2. Presença consistente

Não basta postar quando dá. A autoridade é reforçada cada vez que você aparece com conteúdo relevante e alinhado à sua mensagem.

3. Conteúdo que resolve

Não se trata apenas de falar sobre você, mas de ajudar o público a resolver problemas reais. Isso cria reciprocidade e confiança.

4. Prova social

Depoimentos, estudos de caso, menções na mídia e participações em eventos reforçam a sua credibilidade.

5. Reputação protegida

Um deslize pode comprometer anos de construção. Cuidado com posicionamentos impulsivos e mantenha profissionalismo em todas as interações.


Como identificar se você está buscando fama ou autoridade

Pergunte-se:

  • O conteúdo que produzo é mais voltado para impressionar ou para ajudar?
  • Meus seguidores sabem claramente qual é a minha especialidade?
  • As oportunidades que recebo estão alinhadas ao meu propósito e área de atuação?
  • Minhas postagens atraem clientes ou apenas espectadores?

Se a maior parte das respostas indicar que seu conteúdo é mais voltado à busca por atenção do que à entrega de valor, é hora de recalibrar sua estratégia.


O risco da fama sem propósito

A fama sem conexão com a sua proposta profissional pode gerar armadilhas:

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  • Expectativas desalinhadas: o público espera algo que você não entrega.
  • Perda de foco: você começa a criar conteúdo para agradar, e não para converter.
  • Esgotamento: manter relevância na base apenas da popularidade é exaustivo.
  • Superficialidade: a sua marca pessoal perde profundidade e autenticidade.

Casos reais e lições aprendidas

No mercado brasileiro e internacional, há inúmeros exemplos de profissionais que decidiram priorizar a construção de autoridade ao invés de buscar fama instantânea. O que todos eles têm em comum é o investimento constante em:

  • Especialização na sua área.
  • Produção de conteúdo educacional.
  • Networking estratégico.
  • Participação em eventos relevantes.

Eles entenderam que o respeito é mais valioso que a popularidade.


Estratégias para construir autoridade sem precisar de fama

  1. Defina sua especialidade e fale dela repetidamente.
  2. Crie conteúdo perene (artigos, vídeos e podcasts que não “expiram” rápido).
  3. Use as redes sociais como vitrine de credibilidade, não de vaidade.
  4. Invista em mídia segmentada, em vez de tentar agradar todo mundo.
  5. Apareça em ambientes estratégicos, como eventos, colaborações e parcerias.

A confiança é a moeda mais valiosa

Na nova economia da atenção, o ativo mais importante não é a quantidade de pessoas que te conhecem, mas a profundidade da confiança que elas têm em você.
A fama pode até abrir portas, mas é a autoridade que mantém essas portas abertas e garante que, do outro lado, haja oportunidades reais e sustentáveis.

Se o seu objetivo é construir uma carreira sólida, capaz de atravessar mudanças de algoritmos, modismos e plataformas, então a sua prioridade deve ser cultivar confiança – e não apenas buscar atenção.

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Empreender em Tempos de Incerteza: Superando o Medo de Iniciar um Negócio nos Dias Atuais

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Nos dias de hoje, o desejo de empreender está mais forte do que nunca. A busca por independência financeira, realização pessoal e a vontade de impactar positivamente a sociedade são grandes impulsionadores para que muitas pessoas optem por trilhar o caminho do empreendedorismo. No entanto, com tantas incertezas econômicas, políticas e sociais, o medo de empreender também se tornou um dos principais obstáculos para quem deseja iniciar um negócio.

Os Desafios do Empreendedorismo no Cenário Atual

O cenário atual é marcado por uma série de desafios que podem aumentar o receio de empreender. A inflação, as mudanças nas políticas econômicas, a concorrência acirrada, e a rápida evolução tecnológica são apenas algumas das questões que afligem os novos empreendedores. Além disso, a pandemia de COVID-19, que ainda deixa marcas profundas na economia global, reforçou a sensação de insegurança.

Outro ponto importante é a volatilidade do mercado. Com as inovações constantes, o que é tendência hoje pode ser obsoleto amanhã, exigindo dos empreendedores uma capacidade de adaptação rápida e constante. A pressão por resultados imediatos e a responsabilidade de lidar com a gestão financeira, marketing, vendas e atendimento ao cliente são outros fatores que geram ansiedade e dúvidas sobre a viabilidade de um novo negócio.

O Medo de Fracassar e as Suas Consequências

O medo de fracassar é um sentimento comum, especialmente para aqueles que estão empreendendo pela primeira vez. A possibilidade de investir tempo, dinheiro e recursos em algo que pode não dar certo é assustadora. Esse medo pode ser paralisante, levando muitos a adiar indefinidamente a realização de seus sonhos.

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Além disso, a exposição pública ao fracasso, especialmente nas redes sociais, onde as pessoas compartilham tanto seus sucessos quanto seus insucessos, pode aumentar a pressão sobre os empreendedores. Isso pode gerar um ciclo de autossabotagem, onde o medo impede a ação, e a falta de ação confirma as piores expectativas.

Superando o Medo de Empreender

Superar o medo de empreender não é tarefa fácil, mas é possível. Uma das primeiras medidas é a busca por conhecimento. Investir em capacitação, seja por meio de cursos, leitura de livros sobre empreendedorismo ou participando de eventos e networking, ajuda a entender melhor o cenário e a se preparar para os desafios.

Outro ponto crucial é o planejamento. Elaborar um plano de negócios detalhado, que inclua desde a análise de mercado até o planejamento financeiro, pode reduzir consideravelmente as incertezas. Estabelecer metas claras e mensuráveis também é fundamental para manter o foco e acompanhar o progresso.

Contar com uma rede de apoio, seja ela composta por familiares, amigos ou mentores, também é essencial. O apoio emocional e os conselhos práticos de quem já passou pela mesma jornada podem fazer toda a diferença. Além disso, a troca de experiências com outros empreendedores pode trazer insights valiosos e novas perspectivas.

Por fim, é importante lembrar que o fracasso faz parte do processo. Grandes empreendedores muitas vezes enfrentaram várias quedas antes de alcançar o sucesso. O importante é aprender com os erros, ajustar a rota e seguir em frente.

Oportunidades em Tempos de Crise

Apesar dos desafios, o cenário atual também apresenta inúmeras oportunidades. Crises muitas vezes abrem espaço para a inovação, e negócios que conseguem se adaptar rapidamente podem se destacar. Setores como tecnologia, saúde, e-commerce, e sustentabilidade têm apresentado crescimento expressivo, mesmo em tempos difíceis.

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Empreender em tempos de incerteza exige coragem, resiliência e uma boa dose de otimismo. Aqueles que conseguem superar o medo e abraçar o desafio podem encontrar, além do sucesso financeiro, uma profunda realização pessoal e a chance de contribuir positivamente para a sociedade.

Conclusão

O medo de empreender nos dias atuais é real e justificável, mas não deve ser um impeditivo para quem deseja iniciar um negócio. Com conhecimento, planejamento, apoio e resiliência, é possível transformar esse medo em uma força motriz para o sucesso. Afinal, como disse o empresário e investidor Warren Buffett: “O risco vem de não saber o que você está fazendo”. Então, prepare-se, enfrente seus medos e dê o primeiro passo rumo ao seu sonho empreendedor.

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O Cansaço Invisível da Empreendedora

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Quando você sorri por fora, mas está esgotada por dentro – e ninguém percebe

Você cuida do negócio, da casa, dos filhos (ou dos pais), responde mensagens à noite, entrega pedido no domingo, organiza conteúdo, tenta manter a presença digital, comparece a eventos…
E ainda sorri. Porque “é preciso mostrar força”.

Mas a verdade é que muitas empreendedoras estão vivendo um cansaço silencioso. Um esgotamento emocional que não vira atestado, mas mina a produtividade, a criatividade e, principalmente, a alegria de empreender.


🧠 O nome disso é sobrecarga

A mulher empreendedora, na maioria das vezes, não tem apenas um trabalho. Ela tem múltiplas jornadas.
E o mais grave: sente culpa por descansar.

Esse tipo de rotina constante, sem pausa e com alta exigência emocional, gera o que especialistas chamam de fadiga mental e burnout emocional.

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Sinais comuns:

  • Irritabilidade
  • Falta de paciência com a família ou equipe
  • Insônia
  • Ansiedade constante
  • Sensação de que nunca é suficiente

🤍 Você não está sozinha. E você pode desacelerar.

Sim, é possível crescer no seu negócio sem se perder de si mesma.
Mas para isso, é preciso parar de romantizar a exaustão.

Comece com pequenos passos:

  • Defina um horário para encerrar o expediente, mesmo que você trabalhe de casa
  • Delegue pequenas tarefas — dentro ou fora do negócio
  • Bloqueie na agenda momentos só seus (nem que seja 30 minutos por semana)
  • Busque redes de apoio com outras mulheres — como a nossa

E principalmente: permita-se descansar sem culpa.


🌱 Quando você cuida de si, seu negócio floresce

Não existe marca forte com uma mulher fraca por trás.
Sua energia, sua inspiração, seu olhar são o que fazem o negócio ter alma.
Por isso, cuidar de você não é luxo. É estratégia.

Você não precisa provar nada para ninguém.
Você já é forte. Agora, seja inteira.

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