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O que é jornada do cliente e por que é importante?

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As etapas que o consumidor percorre quando faz compras falam muito sobre seu negócio

Sabe todo o caminho que o consumidor percorre desde o primeiro contato com sua empresa até o pós venda? Essa trilha é chamada de jornada do cliente. Em outras palavras: trata-se do conjunto de etapas que o comprador precisa passar até o produto ou serviço  ser entregue a ele. Para ter sucesso, é primordial que o empreendedor se coloque no lugar do cliente e se pergunte se os passos que a empresa oferece estão adequados e funcionando da melhor forma possível.

É claro que cada tipo de negócio tem suas próprias características, o que faz a jornada do cliente ter particularidades em cada empresa. Mas, para começar a pensar no assunto, vale seguir um roteiro simples. “Basicamente, são três fases: antes da compra, durante a compra e depois da compra”, resume Rogério Teixeira, gerente regional do Sebrae em Salvador (BA). Em cada uma destas etapas você deve atender às necessidades do seu público e, para isso, precisa conhecer exatamente o que ele espera do seu negócio.

Veja detalhes a seguir:

Antes da compra
Como o seu cliente chega até sua marca? Que tipo de pesquisa ele faz antes? Como ele fica sabendo sobre sua empresa, produtos ou serviços? O que as redes sociais e comentários na internet dizem sobre sua empresa? É fácil encontrar o seu negócio, seja online ou fisicamente?

Durante a compra
Quando o consumidor faz o primeiro contato com sua marca, como ele é recebido? Quanto tempo demora para ser atendido? De que maneira acontece esse atendimento? As dúvidas são sempre respondidas? As necessidades dele são sanadas? Há algum tipo de personalização no atendimento? Os produtos ou serviços estão de acordo com o que o público procura? Os meios de pagamento atendem às necessidades do cliente? Por que ele escolhe o seu o produto e não o do concorrente? Quais são os diferenciais de sua empresa?

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Após a compra
Como é a entrega? E o serviço de pós-venda? Os comentários que o consumidor deixa na internet após a compra são positivos ou negativos? Há novos clientes que chegam até sua marca pela recomendação de clientes que admiram a empresa? Sua marca tem muitos detratores?

Estes são apenas alguns exemplos de perguntas que o dono do negócio deve saber responder para verificar se a jornada do cliente está adequada à estratégia da empresa. Ao identificar falhas em algum destes passos, é preciso agir. “Debruçar-se sobre a jornada do cliente é um caso de vida ou morte do negócio. Não se atentar a isso é um erro”, alerta Teixeira. “Existe um posicionamento de mercado que diz que o cliente compra pelo preço, mas não é verdade. Ele compra porque a marca atende a necessidade dele. Por isso, o empreendedor não deve pensar em vender para todo mundo. Estrategicamente, deve focar em um público específico e se conectar com ele ao longo de toda a jornada”, ensina.

Cuidados na jornada do cliente


Quem nunca buscou no Google ou nas redes sociais informações sobre uma marca antes de fechar negócio? Cada vez mais as pessoas têm utilizado a internet para fazer pesquisas ao tomar decisões de compra. “Hoje temos a ideia de reputação da marca: se um serviço é mal prestado, isso está na internet de forma direta – e aparece na jornada do cliente”, explica André Diz, professor dos cursos de ciências econômicas e relações internacionais do Ibmec.

É por isso esse motivo que cada cliente importa. “Um detrator pode custar muito caro do ponto de vista de crescimento da empresa. Pode haver 20 elogios, mas se há uma ou outra reclamação, isso depõe contra a marca e fica registrado por muito tempo”, afirma o professor.

Saber seu ponto forte (é a qualidade do produto? É a rapidez de entrega? é o pós-venda?) e comunicar isso de forma clara ao cliente ao longo da jornada faz toda a diferença para um desfecho satisfatório da compra. “Quando o empreendedor realmente entende o cliente e quais são as vantagens da empresa, deve colocar isso na tração de crescimento do negócio e cuidar para não errar. Caso erre, deve corrigir rapidamente”, finaliza Diz. (PEGN)

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Autoridade Não é Sobre Fama, é Sobre Confiança

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Entenda a diferença entre ser conhecido e ser considerado referência.


A confusão entre fama e autoridade

Vivemos na era da visibilidade instantânea. Qualquer pessoa com um celular e acesso à internet pode, em poucos segundos, criar um vídeo que alcance milhares – ou até milhões – de visualizações. Esse fenômeno alimenta uma ilusão perigosa: a de que visibilidade é sinônimo de autoridade.

Mas existe um abismo entre ser visto e ser respeitado. Entre ser famoso e ser considerado referência.
A fama pode trazer olhares. A autoridade, por outro lado, sustenta relacionamentos, gera vendas e constrói reputações sólidas que resistem ao tempo.

Este artigo é um convite para repensar o seu posicionamento digital, entender as sutis (e importantes) diferenças entre popularidade e credibilidade e, principalmente, aprender a construir confiança no seu mercado.


Fama: o holofote que pode cegar

A fama é sedutora. O aumento rápido de seguidores, curtidas e compartilhamentos libera dopamina e dá a sensação de que algo grandioso está acontecendo. E, de fato, pode estar – mas nem sempre da forma mais estratégica.

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A fama, na era digital, pode surgir de muitas maneiras:

  • Um vídeo que viraliza por acaso.
  • Participar de uma polêmica online.
  • Criar um conteúdo engraçado que circula fora do seu público-alvo.
  • Copiar tendências sem conexão com a sua mensagem.

O problema é que fama não garante credibilidade. É possível ser amplamente conhecido por um motivo que nada tem a ver com a sua competência profissional.
Pior ainda: a fama mal gerida pode atrair atenção negativa, afastar potenciais clientes e até prejudicar a imagem.

A lógica é simples: se a atenção que você atrai não está ligada àquilo que você vende ou defende, ela se torna irrelevante ou até prejudicial para o seu negócio.


Autoridade: o pilar que sustenta a confiança

A autoridade digital é construída na intersecção entre consistência, conteúdo de valor e coerência.

  • Consistência: aparecer regularmente, mantendo presença na mente do público.
  • Conteúdo de valor: entregar informações, soluções ou inspirações que realmente ajudam as pessoas.
  • Coerência: manter alinhamento entre discurso, comportamento e resultados.

Diferente da fama, a autoridade não precisa de milhões de seguidores. Um especialista pode ter uma comunidade pequena, mas extremamente engajada e fiel, gerando mais negócios do que influenciadores com centenas de milhares de fãs.

Um profissional com autoridade não é apenas lembrado – ele é procurado quando surge uma necessidade.


Os 5 pilares da construção de confiança digital

Para transformar visibilidade em credibilidade, é preciso seguir um caminho estruturado. Estes são os pilares fundamentais:

1. Clareza de posicionamento

Você precisa deixar claro quem você é, o que faz e para quem faz. Sem isso, qualquer tentativa de ganhar autoridade se perde no ruído da internet.

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2. Presença consistente

Não basta postar quando dá. A autoridade é reforçada cada vez que você aparece com conteúdo relevante e alinhado à sua mensagem.

3. Conteúdo que resolve

Não se trata apenas de falar sobre você, mas de ajudar o público a resolver problemas reais. Isso cria reciprocidade e confiança.

4. Prova social

Depoimentos, estudos de caso, menções na mídia e participações em eventos reforçam a sua credibilidade.

5. Reputação protegida

Um deslize pode comprometer anos de construção. Cuidado com posicionamentos impulsivos e mantenha profissionalismo em todas as interações.


Como identificar se você está buscando fama ou autoridade

Pergunte-se:

  • O conteúdo que produzo é mais voltado para impressionar ou para ajudar?
  • Meus seguidores sabem claramente qual é a minha especialidade?
  • As oportunidades que recebo estão alinhadas ao meu propósito e área de atuação?
  • Minhas postagens atraem clientes ou apenas espectadores?

Se a maior parte das respostas indicar que seu conteúdo é mais voltado à busca por atenção do que à entrega de valor, é hora de recalibrar sua estratégia.


O risco da fama sem propósito

A fama sem conexão com a sua proposta profissional pode gerar armadilhas:

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  • Expectativas desalinhadas: o público espera algo que você não entrega.
  • Perda de foco: você começa a criar conteúdo para agradar, e não para converter.
  • Esgotamento: manter relevância na base apenas da popularidade é exaustivo.
  • Superficialidade: a sua marca pessoal perde profundidade e autenticidade.

Casos reais e lições aprendidas

No mercado brasileiro e internacional, há inúmeros exemplos de profissionais que decidiram priorizar a construção de autoridade ao invés de buscar fama instantânea. O que todos eles têm em comum é o investimento constante em:

  • Especialização na sua área.
  • Produção de conteúdo educacional.
  • Networking estratégico.
  • Participação em eventos relevantes.

Eles entenderam que o respeito é mais valioso que a popularidade.


Estratégias para construir autoridade sem precisar de fama

  1. Defina sua especialidade e fale dela repetidamente.
  2. Crie conteúdo perene (artigos, vídeos e podcasts que não “expiram” rápido).
  3. Use as redes sociais como vitrine de credibilidade, não de vaidade.
  4. Invista em mídia segmentada, em vez de tentar agradar todo mundo.
  5. Apareça em ambientes estratégicos, como eventos, colaborações e parcerias.

A confiança é a moeda mais valiosa

Na nova economia da atenção, o ativo mais importante não é a quantidade de pessoas que te conhecem, mas a profundidade da confiança que elas têm em você.
A fama pode até abrir portas, mas é a autoridade que mantém essas portas abertas e garante que, do outro lado, haja oportunidades reais e sustentáveis.

Se o seu objetivo é construir uma carreira sólida, capaz de atravessar mudanças de algoritmos, modismos e plataformas, então a sua prioridade deve ser cultivar confiança – e não apenas buscar atenção.

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Empreender em Tempos de Incerteza: Superando o Medo de Iniciar um Negócio nos Dias Atuais

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Nos dias de hoje, o desejo de empreender está mais forte do que nunca. A busca por independência financeira, realização pessoal e a vontade de impactar positivamente a sociedade são grandes impulsionadores para que muitas pessoas optem por trilhar o caminho do empreendedorismo. No entanto, com tantas incertezas econômicas, políticas e sociais, o medo de empreender também se tornou um dos principais obstáculos para quem deseja iniciar um negócio.

Os Desafios do Empreendedorismo no Cenário Atual

O cenário atual é marcado por uma série de desafios que podem aumentar o receio de empreender. A inflação, as mudanças nas políticas econômicas, a concorrência acirrada, e a rápida evolução tecnológica são apenas algumas das questões que afligem os novos empreendedores. Além disso, a pandemia de COVID-19, que ainda deixa marcas profundas na economia global, reforçou a sensação de insegurança.

Outro ponto importante é a volatilidade do mercado. Com as inovações constantes, o que é tendência hoje pode ser obsoleto amanhã, exigindo dos empreendedores uma capacidade de adaptação rápida e constante. A pressão por resultados imediatos e a responsabilidade de lidar com a gestão financeira, marketing, vendas e atendimento ao cliente são outros fatores que geram ansiedade e dúvidas sobre a viabilidade de um novo negócio.

O Medo de Fracassar e as Suas Consequências

O medo de fracassar é um sentimento comum, especialmente para aqueles que estão empreendendo pela primeira vez. A possibilidade de investir tempo, dinheiro e recursos em algo que pode não dar certo é assustadora. Esse medo pode ser paralisante, levando muitos a adiar indefinidamente a realização de seus sonhos.

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Além disso, a exposição pública ao fracasso, especialmente nas redes sociais, onde as pessoas compartilham tanto seus sucessos quanto seus insucessos, pode aumentar a pressão sobre os empreendedores. Isso pode gerar um ciclo de autossabotagem, onde o medo impede a ação, e a falta de ação confirma as piores expectativas.

Superando o Medo de Empreender

Superar o medo de empreender não é tarefa fácil, mas é possível. Uma das primeiras medidas é a busca por conhecimento. Investir em capacitação, seja por meio de cursos, leitura de livros sobre empreendedorismo ou participando de eventos e networking, ajuda a entender melhor o cenário e a se preparar para os desafios.

Outro ponto crucial é o planejamento. Elaborar um plano de negócios detalhado, que inclua desde a análise de mercado até o planejamento financeiro, pode reduzir consideravelmente as incertezas. Estabelecer metas claras e mensuráveis também é fundamental para manter o foco e acompanhar o progresso.

Contar com uma rede de apoio, seja ela composta por familiares, amigos ou mentores, também é essencial. O apoio emocional e os conselhos práticos de quem já passou pela mesma jornada podem fazer toda a diferença. Além disso, a troca de experiências com outros empreendedores pode trazer insights valiosos e novas perspectivas.

Por fim, é importante lembrar que o fracasso faz parte do processo. Grandes empreendedores muitas vezes enfrentaram várias quedas antes de alcançar o sucesso. O importante é aprender com os erros, ajustar a rota e seguir em frente.

Oportunidades em Tempos de Crise

Apesar dos desafios, o cenário atual também apresenta inúmeras oportunidades. Crises muitas vezes abrem espaço para a inovação, e negócios que conseguem se adaptar rapidamente podem se destacar. Setores como tecnologia, saúde, e-commerce, e sustentabilidade têm apresentado crescimento expressivo, mesmo em tempos difíceis.

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Empreender em tempos de incerteza exige coragem, resiliência e uma boa dose de otimismo. Aqueles que conseguem superar o medo e abraçar o desafio podem encontrar, além do sucesso financeiro, uma profunda realização pessoal e a chance de contribuir positivamente para a sociedade.

Conclusão

O medo de empreender nos dias atuais é real e justificável, mas não deve ser um impeditivo para quem deseja iniciar um negócio. Com conhecimento, planejamento, apoio e resiliência, é possível transformar esse medo em uma força motriz para o sucesso. Afinal, como disse o empresário e investidor Warren Buffett: “O risco vem de não saber o que você está fazendo”. Então, prepare-se, enfrente seus medos e dê o primeiro passo rumo ao seu sonho empreendedor.

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O Cansaço Invisível da Empreendedora

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Quando você sorri por fora, mas está esgotada por dentro – e ninguém percebe

Você cuida do negócio, da casa, dos filhos (ou dos pais), responde mensagens à noite, entrega pedido no domingo, organiza conteúdo, tenta manter a presença digital, comparece a eventos…
E ainda sorri. Porque “é preciso mostrar força”.

Mas a verdade é que muitas empreendedoras estão vivendo um cansaço silencioso. Um esgotamento emocional que não vira atestado, mas mina a produtividade, a criatividade e, principalmente, a alegria de empreender.


🧠 O nome disso é sobrecarga

A mulher empreendedora, na maioria das vezes, não tem apenas um trabalho. Ela tem múltiplas jornadas.
E o mais grave: sente culpa por descansar.

Esse tipo de rotina constante, sem pausa e com alta exigência emocional, gera o que especialistas chamam de fadiga mental e burnout emocional.

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Sinais comuns:

  • Irritabilidade
  • Falta de paciência com a família ou equipe
  • Insônia
  • Ansiedade constante
  • Sensação de que nunca é suficiente

🤍 Você não está sozinha. E você pode desacelerar.

Sim, é possível crescer no seu negócio sem se perder de si mesma.
Mas para isso, é preciso parar de romantizar a exaustão.

Comece com pequenos passos:

  • Defina um horário para encerrar o expediente, mesmo que você trabalhe de casa
  • Delegue pequenas tarefas — dentro ou fora do negócio
  • Bloqueie na agenda momentos só seus (nem que seja 30 minutos por semana)
  • Busque redes de apoio com outras mulheres — como a nossa

E principalmente: permita-se descansar sem culpa.


🌱 Quando você cuida de si, seu negócio floresce

Não existe marca forte com uma mulher fraca por trás.
Sua energia, sua inspiração, seu olhar são o que fazem o negócio ter alma.
Por isso, cuidar de você não é luxo. É estratégia.

Você não precisa provar nada para ninguém.
Você já é forte. Agora, seja inteira.

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